Coluna do Milagres
Minha Bússola Cultural ( final) "Nunca é demasiado tarde, para se tornar um racional e sábio". (Kant)

Fechando com chave de ouro esta série, continuo a homenagem iniciada na primeira crônica, ao meu querido irmão Antônio Pedro.
Leia a conclusão da série "Minha Bússola Cultural".
Desejando aprofundar-me ainda mais no livro do meu irmão "Minhas Poesias", deparei na página18 com o quinteto intitulado "Naufrágio".
"Minhas Poesias". ( dele ) Foi imprimida com á sua própria caligrafia, tornando o livro ainda mais especial. O quinteto "Naufrágio" mostra-nos uma liberdade artística, contendo uma linguagem expressiva de sofrimento e perda.Ou seja, sobretudo sem medo de se arriscar em coisa novas.
Tonho, comentei esta poesia, com a mesma emoção que sentia quando eu era criança, e pronunciava " Quinque Duglas. ( Kirk Douglas)
Conheçam o quinteto "Naufrágio".
"Sou como um naufrágio
Depois que perdi seu amor
Naufraquei no mar da tristeza
Onde morrerei
Afogado em tamanha dor"
Como escrevi na primeira crônica desta série. O aforismo de Isaac Newton me inspirou a agradecer-lhe, com o mesmo paráfrase deste provérbio: "mano se vi mais longe, é porque estava no seu ombro".
Nota do autor!
Esta crônica e a anterior foram unificadas, e fazem parte do meu livro poético "Subjetivos:Segmentos da Minha Alma", a ser publicado brevemente.
Errata.
Errei na crônica anterior, na qual, escrevi notar em vez de"norteou".
"Erar é umano" !
Sebastião Milagres, filósofo e ex- professor de xadrez na Prefeitura de Santana de Parnaíba. Conselheiro do Fórum Municipal Políticas Culturais de Parnaiba. Autor do livro Xeque-mate no Inferno VII-A