Friagem e clima seco do inverno exigem cuidados com a saúde vocal
A chegada do inverno exige um cuidado maior com a saúde vocal, já que as mudanças bruscas de temperatura e a baixa umidade do ar aumentam os casos de resfriados, alergias e irritações nas vias respiratórias, fatores que podem afetar o funcionamento das pregas vocais, de acordo com a fonoaudióloga Renata Guedes (CRFa 2-14640), conselheira do CREFONO2 - Conselho Regional de Fonoaudiologia 2ª Região.
"Isso ocorre porque as pregas vocais dependem de um controle adequado para funcionarem corretamente. Quando o ar está seco, todo o trato respiratório perde hidratação. Isso aumenta o esforço para falar, favorecendo sintomas como pigarro, desconforto na garganta, fadiga vocal e alterações na qualidade da voz", explica a especialista. No entanto, ela conta que é possível evitá-los ou amenizá-los, se algumas medidas simples forem tomadas no dia a dia.
A primeira recomendação é manter uma boa hidratação. "Beber água durante o dia todo ajuda a manter as pregas vocais hidratadas, principalmente em ambientes com baixa umidade", afirma Renata Guedes. Ainda que a quantidade recomendável por pessoa possa variar de acordo com fatores como peso, faixa etária e condições físicas, estima-se que o consumo diário necessário de água seja entre dois e três litros.
Outra dica da fonoaudióloga conselheira do CREFONO2 é realizar a lavagem nasal com soro fisiológico, cerca de três vezes ao dia. Ela promove a hidratação de todo o trato nasal, fluidifica as secreções, protege as vias respiratórias e mantém o trato vocal mais livre das secreções e do famoso “pigarro”.
A lavagem nasal pode ser realizada em crianças, adultos e idosos, sendo especialmente importante para os profissionais que dependem da voz. “Além de proporcionar uma boa respiração nasal, também influencia na qualidade vocal, oferecendo mais conforto ao falar e cantar.”
Por fim, Renata Guedes recomenda uso de máscara para proteger o nariz e a garganta do ar frio, como também reduzir o consumo de bebidas muito quentes ou muito geladas "E, se estiver com sintomas de gripe, rouquidão há mais de 15 dias, pigarro constantes, agende uma consulta com especialista (fonoaudiólogo e/ou médico otorrinolaringologista) para obter o tratamento mais adequado", conclui a fonoaudióloga.
"Isso ocorre porque as pregas vocais dependem de um controle adequado para funcionarem corretamente. Quando o ar está seco, todo o trato respiratório perde hidratação. Isso aumenta o esforço para falar, favorecendo sintomas como pigarro, desconforto na garganta, fadiga vocal e alterações na qualidade da voz", explica a especialista. No entanto, ela conta que é possível evitá-los ou amenizá-los, se algumas medidas simples forem tomadas no dia a dia.
A primeira recomendação é manter uma boa hidratação. "Beber água durante o dia todo ajuda a manter as pregas vocais hidratadas, principalmente em ambientes com baixa umidade", afirma Renata Guedes. Ainda que a quantidade recomendável por pessoa possa variar de acordo com fatores como peso, faixa etária e condições físicas, estima-se que o consumo diário necessário de água seja entre dois e três litros.
Outra dica da fonoaudióloga conselheira do CREFONO2 é realizar a lavagem nasal com soro fisiológico, cerca de três vezes ao dia. Ela promove a hidratação de todo o trato nasal, fluidifica as secreções, protege as vias respiratórias e mantém o trato vocal mais livre das secreções e do famoso “pigarro”.
A lavagem nasal pode ser realizada em crianças, adultos e idosos, sendo especialmente importante para os profissionais que dependem da voz. “Além de proporcionar uma boa respiração nasal, também influencia na qualidade vocal, oferecendo mais conforto ao falar e cantar.”
Por fim, Renata Guedes recomenda uso de máscara para proteger o nariz e a garganta do ar frio, como também reduzir o consumo de bebidas muito quentes ou muito geladas "E, se estiver com sintomas de gripe, rouquidão há mais de 15 dias, pigarro constantes, agende uma consulta com especialista (fonoaudiólogo e/ou médico otorrinolaringologista) para obter o tratamento mais adequado", conclui a fonoaudióloga.
Fundado em 1994