O clima das Festas Juninas já está presente no Anhanguera Parque Shopping com a tradicional Vila Junina Solidária. E para viver ainda mais esta animação, no próximo dia 20 de junho, haverá uma apresentação especial de dança de quadrilha realizada pelos integrantes do NIC (Núcleo do Idoso de Cajamar). A atividade acontece às 16h30, na Praça de Eventos da Americanas, e promete encantar o público com muita animação, música e tradição.
A apresentação reúne participantes do núcleo em uma celebração que valoriza a cultura popular brasileira e promove a integração entre gerações, reforçando a importância do convívio social e das manifestações culturais típicas desta época do ano.
Com figurinos característicos, coreografias especialmente preparadas para a ocasião e muito entusiasmo, os integrantes do NIC levarão ao shopping toda a energia das tradicionais festas juninas, proporcionando momentos de diversão e emoção para clientes e visitantes.
“Acreditamos que ações como essa fortalecem os laços com a comunidade e criam experiências memoráveis para nossos clientes. Receber o NIC em uma apresentação tão especial é uma forma de celebrar as tradições juninas e, ao mesmo tempo, valorizar o protagonismo e a participação ativa da terceira idade em atividades culturais”, destaca Geovanna Félix, responsável pelas ações de marketing do Anhanguera Parque Shopping.
A chegada do inverno costuma trazer mudanças para a mesa dos brasileiros. Com temperaturas mais baixas, cresce a procura por alimentos e bebidas associados a refeições mais quentes e momentos de compartilhamento em casa. Para acompanhar esse movimento, o Covabra Supermercados realiza até 28 de junho o Festival de Inverno em todas as unidades da rede.
No Covabra Supermercados, o comportamento já começa a ser percebido nas lojas. Entre os destaques estão os queijos especiais, massas frescas, ingredientes para feijoada e refeições práticas, como lasanhas e pizzas congeladas.
“O consumidor passa a buscar pratos mais quentes e receitas que remetem ao aconchego. Refeições prontas e congeladas, como lasanhas e pizzas, também ganham espaço na rotina durante esta época do ano”, afirma Renilton Almeida, gerente de compras do setor de frios do Covabra.
A mudança de cardápio também influencia a escolha das bebidas. Pratos mais encorpados e encontros à mesa costumam impulsionar a procura por vinhos durante a estação. A expectativa da rede é de crescimento de cerca de 20% nas vendas da categoria em relação ao mesmo período do ano passado.
“No inverno, percebemos que o vinho deixa de ser uma escolha apenas para ocasiões especiais e passa a integrar com mais frequência os momentos de consumo do dia a dia. Esse comportamento contribui para o destaque da categoria durante a estação”, explica Fábio Saito, gerente do setor de bebidas da rede.
As temperaturas mais amenas também impactam categorias ligadas aos momentos de pausa e bem-estar, que costumam ganhar relevância nesta época do ano. “Com a queda das temperaturas, as pessoas tendem a permanecer mais tempo em casa e buscam opções que acompanhem esses momentos. Isso impulsiona especialmente categorias como cafés gourmet, cápsulas, chás e chocolates”, destaca Gledson Araújo, gerente de compras do Covabra.
A saúde pública de Cajamar alcançou mais uma importante conquista. O Complexo de Saúde do município recebeu a certificação da Organização Nacional de Acreditação (ONA), reconhecimento baseado em metodologia aceita internacionalmente que atesta a qualidade, a segurança e a eficiência dos serviços prestados à população.
A certificação comprova que a unidade atende padrões rigorosos de avaliação em áreas como segurança do paciente, organização dos processos, gestão e qualidade assistencial. O resultado é reflexo dos investimentos realizados pela Prefeitura de Cajamar na modernização da rede municipal, ampliação dos serviços e fortalecimento da estrutura de atendimento.
O prefeito Kauan destacou a importância da conquista para a população cajamarense. “O reconhecimento da ONA demonstra que estamos construindo uma saúde cada vez mais moderna, eficiente e preparada para atender nossa população com qualidade. É uma conquista de toda a cidade e das equipes que trabalham diariamente para oferecer o melhor atendimento aos moradores”, afirmou.
O Complexo de Saúde reúne serviços como o CER II, Centro de Hemodiálise, Policlínica, Centro de Especialidades Odontológicas (CEO), Central do SAMU e exames de diagnóstico por imagem, incluindo Ressonância Magnética, Mamografia, Ultrassonografia e Raio-X. A unidade também oferece Oxigenioterapia Hiperbárica e receberá em breve um tomógrafo próprio, ampliando ainda mais a capacidade de atendimento da rede municipal.
Ação, aventura, suspense, comédia e animação marcam a programação desta semana nas salas do cinema.
O Grupo Cine do Anhanguera Parque Shopping recebe nesta quinta-feira, dia 18, a aguardada estreia de Supergirl, nova aventura da heroína que promete levar muita ação, emoção e efeitos especiais às telonas. A produção chega como uma das principais atrações da programação de férias, convidando fãs de quadrinhos e cinema a acompanharem uma nova fase da personagem nas telonas.
Na trama, Supergirl enfrenta desafios que colocam à prova sua força, coragem e senso de justiça, em uma história repleta de cenas de ação e momentos marcantes. O filme é uma ótima opção para o público que busca entretenimento e diversão para toda a família.
Além da estreia de Supergirl, o público ainda pode conferir outros sucessos que seguem em cartaz no Grupo Cine. Entre eles estão Todo Mundo em Pânico 6, que traz de volta o humor irreverente da franquia; Mestre do Universo, inspirado no universo dos clássicos personagens de fantasia e aventura; Backrooms, suspense que vem chamando a atenção dos fãs do gênero; Dia D, drama repleto de emoção; e Toy Story 5, novo capítulo de uma das animações mais queridas do cinema.
A programação completa, horários das sessões e classificação indicativa podem ser consultados nos canais oficiais do cinema.
O Dia do Orgulho Autista, celebrado nesta quinta-feira, 18 de junho, foi instituído para mudar a narrativa sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA): deixar de encarar a neurodivergência como uma doença a ser "curada" e passar a celebrá-la como uma variação natural da diversidade humana. No entanto, no Brasil de 2026, o orgulho de existir e resistir esbarra em barreiras práticas e financeiras violentas, que tentam limitar o pleno desenvolvimento de milhares de crianças, jovens e adultos autistas.
O epicentro dessa discussão está, neste momento, no Supremo Tribunal Federal (STF). A Suprema Corte julga a legalidade das limitações e das negativas impostas pelas operadoras de planos de saúde para terapias multidisciplinares essenciais, como os métodos ABA (Análise do Comportamento Aplicada), fonoaudiologia e terapia ocupacional. Sob o pretexto de um suposto desequilíbrio atuarial, as grandes empresas de saúde suplementar travam uma batalha jurídica para tentar restringir o acesso a tratamentos que determinam se uma pessoa autista terá ou não autonomia ao longo de sua vida.
Essa resistência mercadológica expõe as entranhas do capacitismo estrutural. O argumento de que garantir o tratamento prescrito por médicos e terapeutas "quebra o sistema" é falacioso e inverte a lógica do direito à saúde. Planos de saúde não vendem um produto descartável; eles gerenciam um serviço de relevância pública, cuja base constitucional é a dignidade da pessoa humana.
Negar ou limitar sessões de terapia não é um mero detalhe contratual de uma planilha de custos. É um teto colocado arbitrariamente sobre a capacidade de desenvolvimento de uma mente humana. O desenvolvimento da fala, a autorregulação emocional, a coordenação motora e a socialização de uma pessoa autista não podem esperar o tempo das conveniências financeiras das grandes corporações.
Do ponto de vista da economia política, a visão das operadoras é míope e ultrapassada. O investimento na intervenção precoce e contínua reduz drasticamente a necessidade de suportes de altíssimo custo no futuro. Promover a autonomia de pessoas neurodivergentes significa garantir que elas possam, amanhã, ocupar seus espaços no mercado de trabalho, produzir, criar e consumir. A exclusão é, sempre, a pior estratégia econômica para um país.
A atuação do STF neste caso vai muito além de uma interpretação de contratos. Trata-se de definir se a dignidade humana e o direito à neurodiversidade se sobrepõem à ganância corporativa. O Judiciário tem o dever civilizatório de blindar as pessoas com deficiência contra o arbítrio burocrático.
O Orgulho Autista só será pleno quando a sociedade e o mercado compreenderem que a acessibilidade terapêutica e a adaptação razoável não são favores ou benefícios negociáveis. São direitos fundamentais irrenunciáveis. Que a nossa Suprema Corte tenha a sensibilidade de ouvir a ciência, respeitar as famílias e dar um basta à exclusão performática que finge cuidar, mas abandona na hora do tratamento.
André Naves é Defensor Público Federal formado em Direito pela USP, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social; mestre em Economia Política pela PUC/SP; Cientista Político pela Hillsdale College e doutor em Economia pela Princeton University. Comendador Cultural, Escritor e Professor (Instagram: @andrenaves.def).
Períodos de grandes eventos esportivos despertam um interesse coletivo em guardar lembranças. Essa necessidade de materializar esse momento marcante estimula marcas a lançarem objetos que transcendem o consumo.
Essa busca pelo que é palpável não é apenas um movimento nostálgico, mas uma resposta neuropsicológica ao ritmo do nosso tempo. Para Cláudia Ketter, psiquiatra e professora da Afya Educação Médica, o interesse em guardar itens conectados à atrações esportivas atua como uma estratégia psíquica de fixação.
“Em um contexto de consumo rápido de conteúdo, presente nas redes sociais, há uma sensação de superficialidade. Colecionar, nesse sentido, atua como uma âncora à transitoriedade, permitindo transformar uma experiência passageira em algo duradouro e revisitável”, explica.
Segundo a especialista, o objeto físico vira um "marcador" da memória autobiográfica: ao reencontrar a peça anos depois, o cérebro reativa a rede de emoções associadas àquele período.
“Esse objeto vira um ‘marcador’ de um momento vivido. reativando emoções positivas associadas ao evento, atuando como um regulador emocional e ajudando a organizar o tempo e a narrativa pessoal”, completa Ketter.
De itens do dia a dia a apostas inusitadas, o mercado se movimenta para oferecer novidades aos brasileiros especialmente para esse período esportivo.
Budweiser, por exemplo, lançou garrafas de alumínio em edição limitada homenageando torneios icônicos. Ao transformar momentos históricos em objetos de design, Budweiser permite que o torcedor tire a memória da "nuvem" e a coloque na prateleira, transformando o consumo em um registro pessoal e físico da sua própria jornada no Mundial.
No mesmo caminho, Guaraná Antarctica aposta na força da identidade nacional ao estampar camisas históricas da Seleção Brasileira em sua edição especial de latas comemorativas, transformando um item cotidiano em um fragmento da história do futebol que o fã deseja preservar.
“Na Copa do Mundo, os bares acabam se tornando os verdadeiros estádios dos brasileiros - é onde as emoções acontecem, as histórias são criadas e as celebrações ganham vida. Mais do que pensar em como as pessoas viveriam esse momento, queríamos criar uma forma de fazer essa memória permanecer, transformando emoções e conquistas em algo físico, que pudesse ser revisitado e guardado ao longo do tempo”, afirma Leandro Mendonça, Diretor de eventos e experiências da Ambev.
Mais diversão “raiz” e menos tela
O hábito de reunir itens simbólicos também funciona como um respiro em meio ao excesso de telas. Danielle Admoni, psiquiatra e professora da Afya, reforça que a busca por objetos carregados de significado reside justamente no resgate do concreto.
“Funciona como o oposto do digital, pois foca no toque, no manuseio e no objeto concreto. Esse aspecto sociável é um antídoto importante para o isolamento causado pelo excesso de telas, promovendo uma interação social mais rica”, pontua a profissional.
No fim das contas, quando o apito final soar e a euforia da Copa passar, fotos e vídeos da festa serão soterrados por novas publicações no feed. E o que sobra, são os objetos que estarão lá, na estante ou no canto da mesa, como provas de que ainda há espaço para o que merece permanecer.
A população de Cajamar passará a contar com mais um serviço voltado à ampliação do acesso à saúde. A partir de 1º de julho, pacientes que necessitam de medicamentos de alto custo poderão realizar o cadastro e retirar os medicamentos diretamente no município, sem a necessidade de deslocamento para Franco da Rocha.
A medida foi confirmada nesta segunda-feira (15), durante reunião do prefeito Kauan e do secretário municipal de Saúde, Daniel Freitas, com o secretário de Estado da Saúde de São Paulo, Dr. Eleuses Paiva.
O atendimento será realizado nas farmácias municipais 24 horas de Jordanésia e Polvilho. Os novos pacientes deverão apresentar a documentação para análise do Estado. Após a aprovação, os medicamentos serão disponibilizados para retirada no próprio município.
Quem já possui cadastro ativo na Farmácia de Alto Custo de Franco da Rocha não precisará realizar um novo credenciamento. “Essa é uma conquista muito importante para nossa cidade. Estamos facilitando o acesso ao tratamento e trazendo mais comodidade para os pacientes, que não precisarão mais sair de Cajamar para buscar seus medicamentos”, destacou o prefeito
A renomada Cisne Negro Cia de Dança estreia o espetáculo "Que tal o impossível?" nos dias 26, 27 e 28 de junho no Sesc Belenzinho, com uma imersão coreográfica no universo sonoro e teatral do icônico músico Itamar Assumpção. Conduzida pelo coreógrafo Jorge Garcia, a montagem utiliza a canção-título do compositor como ponto de partida para explorar os movimentos contemporâneos, lúdicos e sensíveis que dão vida à noite paulistana.
O espetáculo consolida o encontro entre o legado de um dos maiores expoentes da Vanguarda Paulista e a trajetória de quase 50 anos da companhia de dança, uma das mais tradicionais do país. A concepção de "Que tal o impossível?" transporta o público para um cenário predominantemente noturno, inspirado nos bares, palcos e performances que o próprio Itamar frequentava e transformava na São Paulo das décadas de 1980 e 1990.
Foto: “Que tal o impossível?” | Reginaldo Azevedo
A pesquisa coreográfica se debruça sobre essa atmosfera urbana para construir uma composição visualmente marcante, na qual os corpos dos bailarinos se misturam a elementos cenográficos potentes que recriam a poesia e o caos da vida noturna da cidade. Longe de ser uma biografia linear, o espetáculo propõe um mergulho no instinto e na teatralidade de Itamar Assumpção, transformando suas provocações rítmicas em gestos.
Ao unir a musicalidade pulsante do artista com o vigor técnico da Cisne Negro, "Que tal o impossível?" apresenta- se como um mosaico cultural em movimento, costurando nostalgia, modernidade e o eterno espírito vanguardista de São Paulo.
FICHA TÉCNICA
Música: Itamar Assumpção
Direção Artística: Dany Bittencourt
Concepção e coreografia: Jorge Garcia
Assistente de coreografia: Patrícia Alquezar
Trilha Sonora: Maurício Badé
Mixagem: Bruno Buarque
Participação Especial: Anelis Assumpção e Rubi Assumpção
Curadoria Musical: Anelis Assumpção
Cenografia: Leo Ceolin
Iluminação: Rossana Boccia
Figurino: João Pimenta
Participações especiais na Trilha Sonora: Anelis Assumpção, Rubi Assumpção, Mazinho Lima e Minarê Aureliano
Elenco: Bianca Huang, Isabelle Prado, Gabriela Evangelista, Rayssa Albuquerque, Diego Azevedo, Gabriel Félix, Luís Miranda, Willian Gásparo