Rotina acelerada, excesso de estímulos e dificuldade de manter hábitos simples fazem crescer a busca por estratégias de reequilíbrio físico e emocional
Dormir bem, manter uma alimentação organizada, fazer atividade física e conseguir desacelerar parecem hábitos elementares. Na prática, porém, tornaram-se difíceis de sustentar para muita gente. A percepção aparece também entre hóspedes de um spa do interior paulista, que vem observando uma procura cada vez mais relacionada à reorganização da rotina, ao sono, ao estresse e ao reequilíbrio emocional.
Um levantamento feito a partir de 3.274 formulários de check-in do SPA Água Santa mostra um público com demandas de saúde diversas: 68% declararam uso regular de medicamentos, 30% informaram hipertensão controlada por medicação e 16% relataram problemas relacionados à depressão. As mulheres representam 80% dos hóspedes.
Para os profissionais que acompanham esse público, uma das questões centrais está justamente na dificuldade de incorporar à vida cotidiana hábitos considerados básicos, como respeitar horários de sono, alimentar-se de maneira regular, movimentar o corpo e criar períodos reais de descanso.
“Hoje, muitas pessoas chegam cansadas não apenas fisicamente, mas da própria rotina. Dormir mal, comer sem horário, passar muito tempo sentadas e viver em estado constante de alerta acabam se tornando hábitos. O desafio é justamente ajudar essas pessoas a perceber que saúde também depende de reaprender coisas muito básicas”, explica Fernanda Pozzi, administradora do SPA Água Santa.
Segundo ela, o ambiente mais controlado ajuda a pessoa a perceber como o corpo responde quando ela dorme melhor, se alimenta com mais regularidade, se movimenta e reduz o ritmo. “A questão mais importante vem depois, que é como transformar essa experiência em hábitos possíveis de manter na vida real?", destaca. A proposta é que as pessoas possam reaprender comportamentos simples e torná-los possíveis fora de ambientes controlados.
O tema acompanha uma discussão que vem ganhando espaço no setor de saúde e bem-estar e que questiona por que cuidar do básico se tornou tão difícil?
Uma nova cena artística que conecta diferentes gêneros musicais, sempre guiados pelo bom gosto. AnieRafa e Gabriel Sater são cantores / compositores conectados à música de interior, do Brasil profundo, boas raízes, gerando novos frutos. Com lançamento marcado para essa sexta-feira (18) em todas as plataformas de música e videoclipe no YouTube, “Infância de Interior” nos convida a acessar memórias de nossas origens, olhar para dentro, lembrar da vida e de que é sempre tempo de apreciar uma boa canção.
“Infância de interior” é uma dessas canções que nascem diretamente do coração, é uma memória viva, que pode ser nossa ou de nossos antepassados. “Quando lembro da minha infância de rio, chego a escutar o assobio que o pai fazia pra gente entrar”. A cena da brincadeira ao ar livre, corpo livre, tempo livre, até o entardecer, onde as imaginações criavam todo tipo de realidade e os brinquedos eram feitos em casa.
“Nasci num rancho de barro feito com as mãos” nos lembra que na infância, o valor dos objetos, das conquistas, não está no preço, mas na companhia, no aprendizado e no poder de conseguir fazer com as próprias mãos, ao lado de quem amamos. Na canção, Ani, Rafa e Gabriel, os músicos Rafael Schimidt, Rafael Beck, Pedro Macedo e Everton Reis trazem a força de um mutirão, onde toda a comunidade se une para realizar algo por um companheiro e todos se nutrem com as realizações de cada indivíduo.
Gabriel Sater com sua personalidade doce e forte, além de sua história familiar que inspira todos os brasileiros através do escancaramento do Brasil profundo em forma de canção, de atitude e de poesia, foi o convidado perfeito de AnieRafa para a realização dessa obra, cantando de maneira alternada e nos levando ao êxtase quando unem as três vozes em momentos pontuais e emocionantes.
Inovando com responsabilidade e respeito a quem veio antes, AnieRafa trazem novas composições ao cenário musical da atualidade, cantando, neste lançamento, uma obra dos compositores Rafael Schimidt e Gilberto Lamaison, autores que mostram que a poesia, a memória e a boa música está viva, acessível, potente e moderna.
ANIERAFA
Casal na vida e na arte, AnieRafa exploram a riqueza da música instrumental e vocal brasileira, trazendo o interior para o centro do palco com sofisticação e respeito às raízes.
AnieRafa se destacam por oferecer uma música autêntica e profunda, que resgata a poesia e a força da cultura popular e da vida no interior. Em contraste com a música comercial de massa, eles proporcionam uma reconexão com as raízes e a identidade cultural brasileira.
Paulistanos, Aniela Rovani é natural de Araras e Rafael Cardoso do Guarujá. Ambos com formação em música, ela pós-graduada em canção popular e ele doutorando em música pela UNICAMP, o que confere um tratamento artístico e uma sofisticação técnica raros no cenário comercial da música.
Ani é cantora, pianista e regente, também toca violão e acordeon passou por montagens de ópera na Europa, participou de diversas montagens de teatro musical e atua como educadora musical, enquanto Rafa é cantor, compositor, violonista e violeiro, atualmente doutorando em música pela UNICAMP. Eles unem a vivência prática com o conhecimento musical formal.
Em sua discografia, a dupla possui "Interior" (2021), "Música de Interior" (2021), “Pés na Terra” (2024), “Braços Abertos” (2024), o EP “Águas Caipiras” (2025) e o EP “Ao Vivo em Araras” (2026) disponíveis em plataformas digitais, que revelam uma narrativa que conecta as raízes interioranas à diversidade musical brasileira e latino-americana.
Além de se apresentarem em shows pelo o Brasil, eles também se dedicam a ministrar oficinas e palestras para crianças, jovens e adultos, incentivando a formação de novos públicos e maior conhecimento da música.
Caso reforça a importância de protocolos para captura de animais silvestres; após recuperação, animal deve ser devolvido à natureza no próprio município
O Cetras-SP (Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres), da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil), recebeu nesta segunda-feira (14) uma fêmea de veado-catingueiro (Mazama gouazoubira) resgatada em Poá, na Região Metropolitana de São Paulo. Com 18 quilos, o animal está em estágio intermediário de gestação e permanece sob acompanhamento veterinário após apresentar um quadro de intenso estresse provocado pelo método utilizado na captura.
A captura e a contenção de animais silvestres devem seguir protocolos técnicos específicos, que consideram as características e as condições de cada animal. A adoção de métodos adequados é fundamental para reduzir o estresse e evitar lesões e outras complicações que podem comprometer a saúde da espécie.
Segundo informações fornecidas pela Prefeitura de Poá à equipe técnica do Cetras-SP, o animal foi perseguido por aproximadamente quatro horas antes da captura. O esforço físico excessivo associado ao estresse prolongado pode desencadear a chamada miopatia de captura, um distúrbio metabólico que pode evoluir para complicações severas e, em casos extremos, levar o animal à morte.
“A captura de um animal silvestre precisa ser feita com técnica e seguindo protocolos específicos, porque a perseguição e a contenção inadequadas podem provocar um nível de estresse muito elevado e colocar a vida do animal em risco. Neste caso, estamos cuidando de uma fêmea prenhe, que chegou ao Cetras-SP bastante debilitada pelo esforço da captura. Neste momento, nossa equipe está concentrada em oferecer o suporte necessário para a recuperação e, quando ela estiver apta, avaliar o retorno seguro à natureza”, explica Liliane Milanelo, coordenadora de Gestão de Cetras da Semil.
Caso a recuperação evolua conforme o esperado, a expectativa é que o veado-catingueiro possa ser devolvido à natureza no próprio município de Poá, em uma área adequada e avaliada pela equipe técnica.
Fauna silvestre em áreas urbanas
O veado-catingueiro é uma espécie de ampla ocorrência no Brasil e está classificado como de menor preocupação na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). Apesar de não estar entre as espécies ameaçadas de extinção em escala global, o animal enfrenta pressões como a caça e outras ameaças de caráter regional.
Em média, dez veados-catingueiros são recebidos por ano pelo Cetras-SP, e a maior parte dos animais dessa espécie que chega ao centro foi vítima de ataques de cães, muitas vezes após entrar em áreas urbanas. A presença cada vez maior da fauna silvestre nesses locais está relacionada, entre outros fatores, à redução e à fragmentação dos ambientes naturais pela ocupação humana. Com a diminuição de seus habitats, os animais podem percorrer áreas urbanas e periurbanas em busca de alimento, abrigo e outros recursos.
“À medida que os ambientes naturais são reduzidos e fragmentados pela ocupação humana, os animais silvestres acabam circulando por áreas urbanas em busca de alimento, por exemplo. Por isso, é cada vez mais importante que as pessoas saibam como agir quando encontram um animal silvestre: não perseguir, não tentar capturar e manter distância, acionando os serviços especializados, como a Polícia Militar Ambiental, pelo 190, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193. Uma abordagem inadequada pode aumentar muito o estresse e colocar o animal em risco”, explica Liliane.
Atendimento e reabilitação
De janeiro de 2023 a agosto de 2026, o Cetras-SP recebeu 32.487 animais silvestres. No período, 19.542 animais foram reabilitados e destinados à soltura, sendo 18.908 indivíduos que ingressaram entre 2023 e 2026 e outros 634 de anos anteriores.
Entre os animais recebidos e reabilitados de 2023 a agosto de 2026, 77,13% foram destinados à soltura, enquanto 22,87% seguiram para empreendimentos de fauna autorizados.
O vereador Reinaldo Santos apresentou uma indicação ao prefeito de Cajamar, Kauãn Berto Souza Santos, sugerindo a implantação de um sistema online para a atualização cadastral habitacional no município. O objetivo da proposta é modernizar e facilitar o acesso da população aos serviços relacionados aos cadastros habitacionais, permitindo que os munícipes realizem atualizações de forma prática e segura.
Atualmente, muitos cidadãos enfrentam dificuldades para comparecer presencialmente aos órgãos responsáveis devido a questões de trabalho ou locomoção. Essas dificuldades acabam gerando atrasos e problemas na comunicação entre a administração pública e as famílias inscritas em programas habitacionais. Com a implantação do sistema digital, os moradores poderão atualizar informações como endereço, telefone, composição familiar e renda de maneira mais acessível e eficaz.
A medida também visa reduzir filas, otimizar o atendimento presencial e agilizar processos administrativos, além de proporcionar maior controle e acompanhamento dos programas habitacionais pela Prefeitura. A proposta ressalta a importância da modernização dos serviços públicos e a melhoria no atendimento à população, solicitando a realização de um estudo de viabilidade técnica para a implementação da medida.
Presença, compromisso e trabalho. A Vereadora Izelda segue atuando de forma constante em defesa da população de Cajamar, acompanhando de perto as necessidades dos bairros e levando as demandas dos moradores ao Poder Público.
Com uma trajetória marcada pela dedicação à cidade, Izelda permanece ativa na Câmara Municipal, apresentando propostas e buscando melhorias em áreas importantes como saúde, educação, infraestrutura, atendimento às famílias e qualidade de vida.
Mais do que apresentar indicações e requerimentos, a vereadora mantém o compromisso de ouvir a população e transformar as necessidades dos cajamarenses em ações e propostas.
A tecnologia do Smart Cajamar vem sendo utilizada como ferramenta de apoio ao trabalho da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Civil. Por meio do monitoramento por câmeras e da leitura automática de placas, o sistema tem contribuído para a identificação de veículos e envolvidos em ocorrências, auxiliando no avanço das investigações e na localização de suspeitos.
Entre os casos recentes estão quatro ocorrências relacionadas a furtos de equipamentos de caminhões no Polvilho, Jordanésia, Nova Jordanésia e Cajamar Centro. No Polvilho, imagens permitiram identificar um Hyundai HB20 utilizado no furto de tacógrafos. As informações foram encaminhadas à Polícia Civil, que identificou os envolvidos, posteriormente indiciados por furto. Em Jordanésia e Nova Jordanésia, imagens e dados de veículos também auxiliaram nas investigações de furtos de painéis de caminhões e pertences pessoais. Os suspeitos foram identificados em Caieiras e, segundo a investigação, indiciados pelos crimes.
Nas proximidades da Arno, em Jordanésia, a identificação de um veículo pelo sistema auxiliou a GCM a localizar e abordar um indivíduo relacionado a uma ocorrência, posteriormente encaminhado à Delegacia de Jordanésia. Já em Cajamar Centro, após uma tentativa de furto de caminhão, a placa do veículo utilizado na ação foi cadastrada no Smart Cajamar e, poucos minutos depois, o automóvel foi localizado em Valinhos. Durante a abordagem, foi encontrado no veículo um painel de caminhão que, segundo a investigação, havia sido furtado anteriormente em Vinhedo. Os dois indivíduos foram presos.
Os casos mostram, na prática, como a integração entre tecnologia, GCM e Polícia Civil amplia o suporte às ações de segurança. O Smart Cajamar permite analisar e compartilhar informações captadas pelo sistema, contribuindo para que as autoridades identifiquem veículos, cruzem dados e localizem envolvidos em ocorrências.
O Vereador Saulo apresentou a Indicação nº 898/2026, solicitando ao Poder Executivo que estude a possibilidade de instalação de uma câmera de monitoramento na Rua Irmã Dária Moreira, próximo ao nº 400, em frente à Paróquia Nossa Senhora da Alegria.
A solicitação tem como objetivo reforçar a segurança dos moradores e das pessoas que frequentam a igreja, além de contribuir para a prevenção e identificação de possíveis ocorrências no local.
Para o vereador Saulo, investimentos em monitoramento são importantes para ampliar a presença do poder público em pontos estratégicos do município e oferecer mais segurança à população.
....solicitando ao Executivo informações sobre a aplicação da legislação municipal referente à atuação e ao reconhecimento das doulas em Cajamar.
O documento também busca esclarecimentos sobre as ações relacionadas à Lei Municipal nº 2.150, de 14 de julho de 2025, que instituiu o Dia Municipal da Doula, fortalecendo a valorização dessas profissionais no acompanhamento às gestantes e no período do parto.
Programação musical gratuita convida o público a desacelerar, se conectar com as emoções e transformar momentos de compras em experiências de sensibilidade e afeto.
A música tem o poder de despertar memórias, traduzir sentimentos e criar conexões que vão muito além das palavras. É com esse olhar sensível que o Anhanguera Parque Shopping realiza, ao longo do mês de setembro, novas apresentações do projeto Solta o Som, iniciativa que transforma o palco do empreendimento em espaço para artistas locais exibirem seu talento, embalando o publico com musica boa.
Neste mês, o público poderá aproveitar ainda duas apresentações especiais, sempre no fim da tarde dos sábados, em um ambiente pensado para reunir música, convivência e boas experiências. No dia 19 de setembro, quem sobe ao palco do Som na Praça é Kaique Negri. Já no dia 26 de setembro, a atração fica por conta de Pamela Karen.
As apresentações do Solta o Som acontece aos sábados das 17h30 às 19h, no Palco do Som na Praça – Praça de Alimentação, com entrada gratuita.
A programação foi pensada para proporcionar momentos de leveza e acolhimento, o projeto convida o público a fazer uma pausa na rotina e permitir que a música conduza a experiência. Seja durante um passeio em família, um encontro entre amigos ou simplesmente em um momento de descanso, as apresentações reforçam a proposta do shopping de oferecer mais do que conveniência: experiências capazes de despertar emoções.
A iniciativa também valoriza talentos musicais e amplia o contato do público com a arte em um ambiente democrático e acessível.
“A música tem uma sensibilidade única de chegar onde muitas vezes as palavras não conseguem. Ela desperta lembranças, cria vínculos e pode transformar completamente a maneira como vivemos um momento. O Solta o Som nasceu justamente desse desejo de proporcionar ao nosso público experiências que tenham significado, que tragam leveza e que façam com que ele se sinta acolhido dentro do shopping”, afirma Geovanna Félix, responsável pelas ações de marketing do Anhanguera Parque Shopping.
Ao longo de setembro, o Solta o Som reforça essa conexão entre música, emoção e convivência.
Ouvir música, assistir a vídeos, jogar ou acompanhar podcasts com fones de ouvido faz parte da rotina de adolescentes e jovens. O problema não está no uso do fone em si, mas na combinação entre volume elevado, tempo prolongado e frequência de exposição ao som.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas entre 12 e 35 anos estão em risco de desenvolver perda auditiva permanente devido à exposição recreativa a sons intensos, incluindo o uso inadequado de dispositivos pessoais de áudio e a permanência em ambientes com música amplificada em níveis elevados.
Uma revisão sistemática publicada na revista científica BMJ Global Health estimou que 23,81% dos adolescentes e jovens adultos estão expostos a práticas inseguras de escuta por meio de dispositivos pessoais, como smartphones e fones de ouvido. Em ambientes de entretenimento, como shows, bares e casas noturnas, a estimativa chegou a 48,20%. Os números representam exposição a níveis potencialmente prejudiciais, e não a proporção de jovens que já apresentam perda auditiva.
O dano pode ser permanente
No ouvido interno está a cóclea, que possui células sensoriais responsáveis por transformar os sons em sinais enviados ao cérebro. A exposição repetida a sons excessivamente intensos pode danificar essas células. Como elas não se regeneram de forma significativa nos seres humanos, determinadas lesões provocadas pelo ruído podem resultar em perda auditiva permanente.
“Não é simplesmente o uso do fone que representa risco. O que importa é principalmente a intensidade do som, o tempo de exposição e a frequência com que a pessoa se expõe”, explica a fonoaudióloga e conselheira do CREFONO2 – Conselho Regional de Fonoaudiologia 2ª Região, Sheila Rodrigues (CRFa2-7130).
O problema pode começar de forma silenciosa. Zumbido, sensação de ouvido tampado ou abafado e dificuldade temporária para compreender a fala podem ocorrer após exposição intensa ao som. Se esses sintomas forem frequentes ou persistentes, é recomendável procurar avaliação profissional. O Ministério da Saúde alerta que a exposição prolongada a sons intensos pode provocar perda auditiva temporária ou permanente e zumbido.
Como proteger a audição
A OMS recomenda reduzir o volume, limitar o tempo de exposição e fazer pausas durante períodos prolongados de escuta.
Entre os principais cuidados estão:
evitar o volume máximo dos dispositivos;
manter o som em nível confortável;
fazer pausas durante o uso prolongado;
não aumentar o volume para compensar o barulho externo;
manter distância das caixas de som em shows e eventos;
utilizar proteção auditiva em ambientes muito ruidosos;
procurar avaliação profissional diante de alterações auditivas persistentes.
Fones com bom isolamento ou cancelamento de ruído podem ajudar a evitar o aumento excessivo do volume, mas nenhum modelo elimina o risco quando a exposição sonora é intensa e prolongada.
“Preservar a audição não significa deixar de ouvir música. Significa aprender a ouvir de maneira segura”, conclui a especialista.
Ao longo dos meus 96 anos, vivenciei alguns dos piores momentos da história brasileira. Dos autoritarismos da ditadura militar aos maiores escândalos de corrupção da Nova República, estive na linha de frente de todos esses episódios, lutando por um país melhor, mais justo, livre e igualitário. Confesso que lutei, como disse em meu discurso de despedida do Senado Federal, em 2014: onde vi corrupção, lutei para levar a ética; onde vi impunidade, lutei para levar a justiça.
Hoje, assisto de longe, com angústia, à fragilização das instituições que construímos a partir de 1988, corroídas pela improbidade, pela maximização do interesse pessoal e por novas formas de coronelismo. Vivemos hoje a maior crise deste século no Brasil: uma crise constitucional, da relação entre os poderes constituídos, que coloca em xeque a credibilidade da República perante a sociedade civil e a comunidade internacional. Enquanto o Poder Executivo é capturado por projetos de poder que se confundem com projetos de governo, e não por projetos de Estado nação, o Legislativo sequestra o orçamento republicano por meio de emendas parlamentares sem transparência nem respon sabilidade, sob o domínio dos mesmos grupos políticos fisiológicos.
Enquanto isso, o Poder Judiciário, encastelado em uma superioridade autoproclamada, assume uma posição perigosa de tutela absoluta de todos os assuntos da República — mas, sob o comando de alguns de seus agentes e salvaguardadas honrosas exceções, em nada difere, em condutas recentes, dos entes corruptos e corruptores que se propõe a julgar. As investigações em torno do escândalo do Banco Master, o embate público entre ministros do Supremo Tribunal Federal, o conturbado afastamento do comando da Polícia Federal expuseram, aos olhos de todo o país, uma Corte que deveria pacificar a Nação e que, em vez disso, tornou-se palco de disputas que corroem a sua própria autoridade moral. Já disse, e repito: vivemos a página mais triste da nossa história neste século, na qual perdemos a confiança nos três Poderes da República.
Foi no Senado que passei trinta e dois dos meus sessenta anos de vida pública, ao lado de Ulysses Guimarães, Tancredo Neves e Teotônio Vilela, na reconstrução da nossa democracia. É por essa vivência que faço um alerta: compete privativamente ao Senado Federal, por força da Constituição Federal, processar e julgar os ministros do Supremo Tribunal Federal por crimes de responsabilidade. Esse é um dos pilares do equilíbrio entre os Poderes que ajudamos a erguer em 1988, e hoje ele está, na prática, esvaziado. Dezenas de pedidos de impeachment contra ministros da Corte acumulam-se há anos nas gavetas da Mesa Diretora, sem parecer e sem votação.
Em toda a nossa história democrática, nenhum ministro do Supremo jamais chegou a ser julgado até o fim por esse rito. O Senado, a quem caberia fiscalizar o Judiciário, tem preferido o silêncio ao exercício desse dever constitucional, seja por cálculo eleitoral, seja pelo receio de turbulência institucional. Um Poder que se omite de fiscalizar torna-se, ele também, parte da crise.
O Brasil precisa de uma resposta firme e rigorosa; necessita que se instaure investigação regular e independente sobre os fatos revelados, assegurados o contraditório e a ampla defesa; que o Supremo retome, sem subterfúgios, a sua autocontenção institucional; que se encerre o inconstitucional inquérito das fake news; que todos os envolvidos com o Banco Master sejam investigados, independentemente do cargo ou partido político; que se restabeleça a atuação dentro dos limites da Constituição, e que ninguém, nem mesmo quem julga a Nação, esteja acima da lei.
Chegou o momento de reformas na Corte, com mandatos fixos, aperfeiçoamento do modelo de indicação e de um Código de Ética efetivo. Volto, então, àquilo que sempre acreditei: a democracia não se sustenta na força de um só Poder, mas no equilíbrio entre todos eles e na vigilância permanente da sociedade civil. Ao povo brasileiro, e sobretudo à juventude que hoje herda esta crise sem tê-la criado, deixo o mesmo apelo que fiz ao deixar o Senado: que não desistam da política, nem do Brasil. A pátria é feita de quem rejeita a corrupção, a impunidade e a soberba dos que se creem acima da lei. Que essa pátria, mais uma vez, prevaleça.
Pedro Simon - Advogado foi governador do Rio Grande do Sul, ex-senador da República e ministro da Agricultura.
Dispensar os sonhos errantes?
Meu amor está longe
E eu ao pé desta meseta
Lhe componho esta poesia
Pois ainda sozinho
Não a esqueço um instante
Florescem no campo as flores
Minhas lágrimas
Nãos as deixam morrer
Como de você a saudade
Não me deixa lhe esquecer
Prezado leitor que esta história toque o seu coração.
Boa leitura!
Confesso que trago no peito uma profunda admiração pelo filósofo Friedrich Nietzsche. No entanto, faço aqui uma ressalva necessária: não é pela sua célebre e ácida crítica à Igreja Católica que amo, e sigo seus passos. O que me fascina em sua filosofia, é a urgência que ele nos arranca da estagnação.
Nitzsche compreendia, com lucidez cortante, como a promessa de uma recompensa divina na outra vida, pode se tornar uma armadilha perigosa na terra.
Só projetar toda a felicidade para o além, o ser humano muitas vezes cruza os braços e senta-se a beira do caminho, esperando que as bençãos caiam do céu como milagres gratuitos. Esquecem-se de que a verdadeira fé não é passividade; a felicidade concreta não é um presente que se recebe , mas uma obra-prima que se controi no suor do dia a dia com as próprias mãos.
Foi então que, participando dos encontros das Comunidades Eclesiais de Base ( CEBs), moldei minha concepção, sobre o acomodamento das classes mais populares à luz da filosofia nietzschiana.
O papel das CEBs era despertar a comunhão dos mais simples, para que fossem protagonistas e não meros telepctadores de suas próprias vidas.
Nós nos reunirmos nos salões paroquiais da Região Metropolitana Oeste, dentre eles os de Osasco e o salão da Paróquia São João Batista de Barueri.(Sede)
Padres e seminaristas também participavam desses encontros. Era a Igreja do Vaticano II e do Papa João XXIII e do Papa Paulo VI. Enfim era a igreja das mangas arregaçadas no meio do povo. Baseando acima de tudo no evangelho de Cristo.
Nos encontros cantávamos ao som do violão , pandeiro flautas músicas de cunho social músicas também de catequese.
No meio destas canções tinha "Utopia" de Zé Vicente como também de Valmir Marques...
Tinha uma que ia ao encontro dos que passavam fome que mexia com os meus sentimentos.
Chamava "Vai, Vai, Missionário do Senhor" Que tinha os seguintes versos:
"Vai Missionário do Senhor
Vai trabalhar na messe com amor
Cristo também chegou para evangelizar
Não tenhas medo de evangelizar
Chegou a hora de mostrar quem é Deus
América Latina e o sofrido povo seu
Que passam fome e labutam, se condói
Mas acreditam na libertação ".
Essa pérola musical é um grito contra a fome e injustiça na: América Latina, África. Contra a dor da seca no nosso maravilhoso nordeste.
"Que me machuca muito!
Próxima crônica: Histórias de acolhimento, CVV e as memórias de Dona Rosa.
Sebastião Milagres, Escritor,
Filósofo, ex- professor de xadrez
aposentado, Conselheiro
do Fórum Municipal Cultural de
Santana de Parnaíba. Autor dos livros
Xeque-Mate no Inferno -VII-A
e Subjetivos: Fragmentos
da minha alma
As eleições de 2026 colocam novamente a política no centro das conversas de famílias, comunidades e escolas. Para crianças e adolescentes, no entanto, falar sobre eleições não precisa significar discutir candidatos ou partidos: o tema pode ser uma oportunidade para compreender, de maneira adequada a cada faixa etária, conceitos como regras de convivência, direitos e deveres, participação, respeito às diferenças, tomada de decisões e funcionamento das instituições democráticas.
A discussão ganha ainda mais relevância neste ano após a sanção da Lei nº 15.468/2026, que incluiu a educação política e os direitos da cidadania como componente curricular obrigatório da educação básica. A legislação determina que o conteúdo seja trabalhado no âmbito do estudo da realidade social e política, enquanto a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) já estabelece, entre seus princípios, a formação para o exercício da cidadania, o pensamento crítico, a argumentação, a cooperação, a empatia, a responsabilidade e o respeito ao outro.
Educação ou posição política?
A presença da política no ambiente escolar gera dúvidas entre algumas famílias, especialmente em relação à visão de que professores, mesmo que sem intenção, podem influenciar a formação e a opinião dos estudantes.
Na opinião de Rogério Piccinin, professor da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), a escola deve apresentar conhecimentos, conceitos e diferentes perspectivas, estimulando os estudantes a construir seus próprios posicionamentos com base em informações e argumentos.
“Educação política não significa ensinar ao estudante em quem ele deve votar ou qual posição política deve defender. Significa oferecer ferramentas para que ele compreenda como a sociedade se organiza, quais são seus direitos e deveres, como funcionam as instituições e como diferentes pontos de vista podem ser debatidos. O papel da escola é formar cidadãos capazes de pensar criticamente, e não reproduzir uma determinada visão política”, defende Piccinin.
A própria BNCC estabelece que a educação básica deve contribuir para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Entre as competências gerais previstas estão o exercício da argumentação com base em fatos, dados e informações confiáveis, a valorização da diversidade de saberes e opiniões, e o desenvolvimento da responsabilidade, da autonomia, da cooperação e da cidadania.
Com a nova legislação, a educação política passa a ter ainda mais respaldo formal no currículo. Para evitar vieses, na opinião do docente da Aubrick, a abordagem pode priorizar conteúdos verificáveis, funcionamento das instituições, direitos e deveres, processos eleitorais, análise de fontes e diferentes perspectivas sobre questões públicas.
“O professor deve atuar como mediador do debate, estabelecendo regras de convivência e garantindo espaço para a escuta e a argumentação, sem transformar a aula em espaço de convencimento político”. Nesse cenário, não se deve evitar assuntos que envolvam política, mas justamente criar condições para que ele seja tratado de forma pedagógica. “Quando o estudante aprende a diferenciar fato de opinião, identificar fontes confiáveis, escutar argumentos diferentes dos seus e sustentar seu ponto de vista com respeito, está desenvolvendo competências fundamentais para a vida em uma democracia”, acrescenta Piccinin.
Educação Infantil: democracia começa nas pequenas escolhas
Para crianças pequenas, falar de política não significa apresentar conceitos abstratos sobre partidos, eleições ou governos. Na Educação Infantil, a formação democrática pode começar por experiências cotidianas que fazem parte do universo da criança: aprender a esperar a vez, respeitar combinados, ouvir o colega, negociar conflitos, compreender que todos têm direitos e perceber que decisões coletivas podem ser construídas por meio do diálogo.
Segundo Adriana Schimidt, professora do Brazilian International School (BIS), de São Paulo (SP), essas experiências ajudam a construir, desde cedo, valores que posteriormente estarão relacionados à cidadania e à participação social.
“A criança não precisa entender o funcionamento de uma eleição para começar a desenvolver valores democráticos. Quando ela participa da construção de um combinado da turma, aprende a ouvir o colega, respeita uma regra que vale para todos ou percebe que uma decisão pode ser tomada coletivamente, ela já está vivenciando princípios importantes para a vida em sociedade”, diz Adriana.
Na escola, rodas de conversa, assembleias de turma, construção coletiva de regras, contação de histórias, dramatizações, jogos cooperativos e projetos sobre convivência podem trabalhar esses valores de maneira lúdica. A proposta é fazer com que a criança perceba que viver em grupo envolve direitos, responsabilidades, escuta e respeito às diferenças.
“O mais importante é transformar situações concretas em oportunidades de aprendizagem. A criança pode participar de uma votação simbólica, ajudar a definir regras para uma brincadeira ou discutir diferentes maneiras de resolver um conflito. Essas experiências tornam conceitos como respeito, responsabilidade, escolha e participação compreensíveis e significativos”, acrescenta a professora do BIS.
Em casa, as famílias também podem aproveitar situações simples para trabalhar esses conceitos. Uma possibilidade é propor pequenas votações, como escolher entre duas brincadeiras ou histórias para o momento em família, explicando que todos podem apresentar sua preferência e que a decisão coletiva precisa ser respeitada. Jogos de tabuleiro também ajudam a trabalhar regras, turnos, negociação e consequências das escolhas. Outra alternativa é conversar sobre situações do cotidiano, como dividir um brinquedo, escolher um passeio ou resolver um conflito entre irmãos, perguntando às crianças o que seria uma solução justa para todos.
Ensino Fundamental: dos combinados ao funcionamento da sociedade
À medida que avançam pelo Ensino Fundamental, os estudantes passam a ter condições de compreender conceitos políticos mais concretos. É possível discutir temas como democracia, Constituição, direitos e deveres, eleições, poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, representação política, políticas públicas e participação social, sempre considerando a faixa etária e o repertório dos alunos.
A BNCC prevê, em diferentes componentes e práticas de aprendizagem, o desenvolvimento da participação social, do exercício da cidadania, da argumentação e da capacidade de analisar diferentes fontes e informações. Nos anos finais do Ensino Fundamental, o documento destaca ainda a importância de fortalecer a autonomia dos estudantes e oferecer ferramentas para que eles possam acessar e interagir criticamente com diferentes conhecimentos e fontes de informação.
Para Rogério Piccinin, a própria organização da vida escolar pode ser utilizada como laboratório de participação democrática. “No Ensino Fundamental, o estudante já consegue compreender que uma comunidade precisa de regras, que existem diferentes interesses e que as decisões coletivas exigem diálogo e responsabilidade. A escola pode transformar situações reais do cotidiano em experiências de participação, permitindo que o aluno perceba que sua opinião tem valor, mas que também precisa considerar o direito e a opinião dos demais.”
Uma possibilidade é incentivar grêmios, associações e outras formas de representação estudantil, adequadas à idade e à realidade de cada instituição. Eleições para representantes de turma, assembleias de estudantes, consultas sobre projetos da escola e grupos responsáveis por campanhas ou ações coletivas também podem ajudar a desenvolver protagonismo.
Outra estratégia é trabalhar eleições simuladas. Os estudantes podem criar propostas para melhorar algum aspecto da escola ou da comunidade, responder a perguntas dos colegas e participar de uma votação. O exercício permite discutir conceitos como representação, propostas, debate de ideias, maioria, respeito às regras e responsabilidade pelas decisões.
“Uma eleição simulada pode ensinar muito mais do que o funcionamento de uma urna. Ela permite trabalhar cooperação, respeito às regras, capacidade de argumentação, escuta e responsabilidade. O objetivo é que o aluno compreenda que participar de uma decisão coletiva também significa saber ouvir, aceitar resultados e continuar dialogando com quem pensa diferente”, acrescenta Piccinin.
Ensino Médio: preparando os jovens para o primeiro voto
No Ensino Médio, a discussão pode ganhar maior profundidade, porque parte dos estudantes já está habilitada a votar. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 3.571.159 eleitores com 18 anos ou menos estão aptos a votar nas Eleições 2026, o equivalente a cerca de 2% do eleitorado nacional. O grupo inclui jovens de 16 e 17 anos, para os quais o voto é facultativo, faixa etária que está nos bancos escolares cursando os últimos anos dessa fase da educação básica.
O professor da Aubrick afirma que o primeiro contato com o voto pode ser tratado como uma oportunidade de aproximar os jovens do processo democrático sem transformar a escola em espaço de campanha. “Para muitos jovens estudantes, esta será a primeira experiência concreta de participação em uma eleição. A escola pode ajudá-los a chegar às urnas mais preparados, não dizendo qual escolha fazer, mas ensinando como buscar informações, comparar propostas, reconhecer diferentes perspectivas e compreender as responsabilidades envolvidas no voto.”
Nesse momento, a escola pode propor atividades de análise de planos de governo e propostas públicas, debates com regras previamente estabelecidas, pesquisas sobre os cargos em disputa, exercícios de checagem de informações e discussões sobre o papel dos diferentes Poderes. Também é possível trabalhar a diferença entre informação, opinião e desinformação, além de ensinar os estudantes a identificar a origem de conteúdos compartilhados nas redes sociais.
Outra abordagem possível é promover debates sobre problemas concretos da sociedade. Os alunos podem pesquisar dados, identificar diferentes propostas para uma questão, comparar argumentos e construir suas próprias conclusões. Essa abordagem permite integrar conhecimentos de História, Geografia, Sociologia, Filosofia, Língua Portuguesa e Matemática, especialmente quando envolve análise de dados e informações.
“O jovem precisa entender que democracia não se resume ao dia da votação. O voto é uma das formas de participação, mas acompanhar as decisões dos representantes, cobrar políticas públicas, participar de debates e respeitar os direitos de outras pessoas também fazem parte da cidadania. A escola pode ajudar a construir essa visão mais ampla”, finaliza Piccinin.
Dados consolidados da Abrafrutas mostram que o NE passou de 9,8 milhões de toneladas produzidas em 2020 para 11,6 milhões de toneladas em 2024; mais de 70% de todas as frutas frescas exportadas pelo Brasil saem da região
No universo da fruticultura, o Nordeste ostenta números grandiosos. A região é responsável por cerca de 95% do melão produzido no Brasil, 80% da manga, 50% do mamão e do coco, 35% da goiaba, 30% da uva e da banana, e 25% da melancia. Mais de 70% de todas as frutas frescas exportadas pelo Brasil saem do local, que concentra 90% da exportação de uvas sem sementes. Em quatro anos, a região passou de 9,8 milhões de toneladas de frutas produzidas, em 2020, para 11,6 milhões de toneladas em 2024, crescimento de 19%, segundo a Abrafrutas. Os dados de 2025 serão consolidados no fim deste ano.
Embora a produção de frutas possa parecer modesta diante da dimensão ocupada pelos grãos no agronegócio nacional, seu peso estratégico vai muito além da área cultivada ou do valor da produção. A fruticultura é fundamental para a oferta de alimentos, gera emprego e renda e tem papel relevante na diversificação da produção e na pauta de exportações do país. No Nordeste, essa vocação ganha ainda mais força graças à agricultura irrigada e à capacidade de produzir frutas de qualidade em diferentes épocas do ano.
“A fruticultura precisa ser reconhecida pela importância que tem, não só para o Nordeste, para o Brasil, mas para todo o mundo”, afirma o diretor comercial da distribuidora de insumos agrícolas Plantebem, Antônio Neto no Podcast Ascenza. Ele lembra que a produção agrícola no Nordeste mudou muito nas últimas quatro décadas. O local já foi polo de produção de tomate industrial, que não existe mais. “Hoje é um dos principais centros produtivos de fruticultura do país e do mundo, referência internacional”, comenta.
Além das frutas citadas, o Nordeste produz comercialmente limão, maracujá, acerola, atemoia, pinha, caju, abacaxi, seriguela, umbu e graviola, entre outras. O avanço da fruticultura na região foi possível graças a projetos de irrigação, iniciados ainda na década de 80. No correr dos anos, segundo Neto, a inovação mantém-se como maior ativo dos produtores locais, contribuindo para ampliar e consolidar o papel do Nordeste como um grande centro da fruticultura no mercado agrícola global. Ele explica que a tecnificação é fundamental nesse processo.
Tecnologia e conhecimento são fundamentais. É preciso criar valores sobre os produtos para fortalecer toda a cadeia”, alega o diretor. Ele comenta que o mercado de insumos deve estar atento às necessidades dos agricultores. “Na fruticultura, o relacionamento com as pessoas é insubstituível”, diz.
O executivo acrescenta que esse relacionamento se estende ao consumidor através do compromisso com a qualidade da produção e o respeito ao meio ambiente. Ele explica que a Plantebem é uma empresa amiga das abelhas e já foi reconhecida pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) pela conservação e proteção delas. A distribuidora promove campanhas institucionais reforçando que reconhece a importância vital das abelhas para a produção global de alimentos.
“Não comercializamos produtos que afetam a polinização. Nossa responsabilidade é com o produtor, o meio ambiente e o consumidor final”, afirma Neto, que participou do Podcast Ascenza, que pode ser conferido no site da empresa, www.ascenza.com.br. O podcast foi gravado na Andav, maior feira mundial de distribuição de insumos agropecuários, que aconteceu em São Paulo em agosto.
A Ascenza Brasil participou do evento levando para o público o tema “Eu Visto a Camisa do Agro”, para fortalecer o relacionamento com distribuidores, consultores, pesquisadores e produtores rurais, destacando a importância do agricultor e de parcerias para o desenvolvimento do agronegócio.
Cerca de 60 comerciantes levam ao Boiódromo pratos tradicionais do Nordeste, enquanto
Pablo, Calcinha Preta e Toque10 comandam uma noite de shows e experiências para o
público
A Festa Nordestina de Cajamar prepara uma experiência que começa pela gastronomia. Cerca
de 60 comerciantes cadastrados, entre operações de alimentos e bebidas, participam do
evento no Centro de Eventos Boiódromo, levando ao público pratos e sabores que fazem parte
da cultura e da tradição nordestina.
Entre as opções estão baião de dois, acarajé, cuscuz nordestino, sucos nordestinos, espetinhos
com sabores típicos, incluindo carne de bode, além de carne de sol com macaxeira. A
variedade de receitas transforma a gastronomia em uma das atrações da festa e cria um ponto
de encontro para quem quer matar a saudade de sabores conhecidos ou experimentar novos
pratos.
Os ingressos para a Festa Nordestina de Cajamar já estão à venda pela Guichê Web. O público
pode escolher entre diferentes setores e experiências disponíveis para a noite. Comprar
ingressos pela Guichê Web
Música para cantar e dançar
A gastronomia é apenas o começo. A Festa Nordestina de Cajamar também terá uma
programação musical com três atrações nacionais: Pablo, Calcinha Preta e Toque10.
Pablo leva ao palco sua mistura de romantismo e música popular, em uma apresentação
marcada por sucessos que conquistaram uma legião de fãs.
Uma das bandas mais conhecidas do forró brasileiro, a Calcinha Preta chega com um
repertório de grandes hits que atravessaram gerações e ajudaram a consolidar o grupo como
referência do gênero.
Completando a programação, o Toque10 também sobe ao palco para colocar o público para
cantar e dançar.
A combinação das três atrações reúne diferentes vertentes da música nordestina e transforma
a véspera do feriado em uma noite de shows, encontros e diversão.
Diferentes espaços para aproveitar a Festa Nordestina de Cajamar
Além da gastronomia e dos shows, a Festa Nordestina de Cajamar oferece diferentes
possibilidades para o público aproveitar a programação.
A Pista Solidária mantém a proposta de unir diversão e solidariedade. Para ter acesso ao setor,
é necessário apresentar o ingresso e realizar a doação de uma das opções estabelecidas pela
organização:
1 kg de feijão + 1 sardinha;
1 kg de arroz + 1 sardinha;
1 kg de macarrão + 1 sardinha.
Também existe a possibilidade de adquirir o Ingresso Solidário, conforme o valor do lote
vigente. A modalidade permite participar da festa e contribuir com a arrecadação destinada à
ação solidária do evento.
Para quem quer acompanhar os shows mais perto dos artistas, o Front Stage oferece acesso
exclusivo, vista privilegiada em frente ao palco, além de bares e banheiros exclusivos.
Já o Camarote Presidente — Open Bar oferece uma experiência diferenciada, com acesso
exclusivo, vista privilegiada em frente ao palco, bares e banheiros exclusivos.
O serviço de Open Bar inclui cerveja Petra, chopp Petra, Cabaré Ice, refrigerante e água.
O Camarote Presidente é exclusivo para maiores de 18 anos. De acordo com as regras do
evento, não será permitida a entrada de menores de idade, mesmo acompanhados pelos pais
ou responsáveis.
Gastronomia, música e cultura nordestina
A proposta da Festa Nordestina de Cajamar é reunir em um mesmo espaço diferentes
elementos da cultura nordestina. A gastronomia, com cerca de 60 comerciantes, divide espaço
com uma programação musical de atrações nacionais e diferentes experiências para o público.
A produção é da Viva+ Entretenimento, empresa responsável também pela produção geral do
Cajamar Rodeo Fest. A experiência da produtora na realização de grandes eventos está
presente na proposta da Festa Nordestina, que ocupa o Centro de Eventos Boiódromo com
uma programação pensada para a véspera do feriado.
Para quem ainda não garantiu presença, os ingressos continuam à venda pela Guichê Web,
com opções de Pista Solidária, Front Stage e Camarote Presidente — Open Bar. Garanta seu
ingresso — Guichê Web
SERVIÇO — Festa Nordestina de Cajamar
Data: 11 de outubro de 2026 — véspera de feriado
Horário: 19h
Local: Centro de Eventos Boiódromo — Cajamar/SP
Atrações: Pablo, Calcinha Preta e Toque10
Ingressos: Guichê Web
O bolo de fubá MAIS CREMOSO do mundo! Com creme de leite, leite condensado e recheio de goiabada que derrete na boca
Ingredientes:
- 1½ xícara de fubá
- 2 caixas de creme de leite
- 1 caixa de leite condensado
- 1 pitada de sal
- 1 colher de sopa de fermento
- Goiabada cortada em fatias finas (3-5mm)
- Manteiga + açúcar + canela para untar a forma
Modo de preparo:
1. Bata todos os ingredientes no liquidificador (menos o fermento e a goiabada)
2. Misture o fermento de leve com uma colher
3. Unte a forma com manteiga, açúcar e canela — isso faz a casquinha crocante e deliciosa! 🤤
4. Despeje metade da massa, coloque as fatias de goiabada, cubra com o resto da massa
5. Asse em forno médio por 35-40 minutos até dourar!
Com o primeiro turno das Eleições Gerais marcado para 4 de outubro de 2026, volta ao ambiente de trabalho uma questão que ganhou relevância crescente nos últimos pleitos: até onde o empregador pode manifestar sua preferência política e a partir de que momento essa manifestação passa a violar a liberdade do trabalhador?
A distinção é importante porque ter opinião política não constitui assédio eleitoral.
Empregadores, gestores e trabalhadores possuem liberdade de convicção e podem, em sua esfera pessoal, apoiar candidatos, partidos ou posições políticas. O problema surge quando o poder existente na relação de trabalho passa a ser utilizado para interferir na liberdade política de quem ocupa posição profissional subordinada.
É nesse ponto que uma preferência deixa de ser apenas preferência e pode se transformar em assédio eleitoral.
O que é assédio eleitoral no trabalho?
A Resolução nº 355/2023 do Conselho Superior da Justiça do Trabalho define como assédio eleitoral tanto a discriminação fundada em convicção ou opinião política no âmbito das relações de trabalho quanto atos de coação, intimidação, ameaça, humilhação ou constrangimento destinados a influenciar ou manipular voto, apoio, orientação ou manifestação política de trabalhadores.
A proteção, portanto, é mais ampla do que o momento em que o eleitor digita seu voto na urna. Ela alcança também sua liberdade para:
apoiar ou não determinada candidatura;
participar ou não de atos políticos;
manifestar ou não sua preferência;
recusar propaganda partidária;
não utilizar suas redes pessoais em favor de candidatos;
não ser profissionalmente favorecido ou prejudicado por sua posição política.
O voto é secreto. Mas, a liberdade protegida pelo Direito começa antes da urna.
O empregador pode dizer em quem pretende votar?
Em princípio, a manifestação pessoal de uma preferência política não se confunde automaticamente com assédio eleitoral.
O elemento decisivo é o uso da posição de poder decorrente da relação de trabalho.
Existe diferença relevante entre um empregador manifestar sua opinião e convocar subordinados para uma reunião em que o apoio a determinado candidato é tratado como expectativa profissional.
Também existe diferença entre compartilhar espontaneamente uma preferência e exigir que trabalhadores produzam propaganda, consigam votos, participem de atos ou demonstrem publicamente adesão àquela candidatura.
Por isso, a pergunta juridicamente mais útil não é apenas: “O empregador falou de política?”. Mas, sim: “O trabalhador tinha liberdade real para discordar, não participar e continuar sendo tratado profissionalmente da mesma forma?”. Essa segunda pergunta costuma revelar muito mais sobre a existência de assédio.
É possível obrigar o empregado a participar de campanha?
A utilização da força de trabalho para atividades político-partidárias merece atenção especial.
Convocar empregados para panfletagem, carreatas, gravação de vídeos, reuniões de campanha, distribuição de materiais ou busca de votos pode assumir significados jurídicos muito diferentes conforme a existência, ou não, de liberdade efetiva de participação.
A palavra “voluntário” não resolve a questão. É preciso observar a realidade.
O trabalhador podia recusar?
Quem recusasse continuava recebendo o mesmo tratamento?
A participação era cobrada por superiores?
Havia listas, grupos, metas ou comprovação das atividades?
A ausência em determinada ação trazia cobranças?
Promoções, transferências, funções ou outras condições profissionais poderiam ser afetadas?
Em relações marcadas por desigualdade de poder, a voluntariedade não deve ser analisada apenas pela inexistência de uma ordem escrita.
Ameaça de demissão não é a única forma de coerção
Talvez o exemplo mais intuitivo de assédio eleitoral seja a frase: “se você não votar nesse candidato, será demitido”. Mas, a interferência pode ser muito mais sofisticada. A retaliação pode aparecer sob a forma de:
ameaça de transferência;
mudança desfavorável de função;
perda de oportunidade profissional;
retirada de benefício;
redução de espaço ou prestígio interno;
promessa de promoção ou vantagem;
cobrança individualizada;
exposição do trabalhador perante colegas;
tratamento hostil por sua preferência política;
ameaça ligada ao resultado das eleições.
Também podem existir formas de pressão econômica aparentemente positivas. Prometer dinheiro, benefícios ou vantagens em troca de voto ou apoio político não transforma a conduta em legítima.
O Código Eleitoral, inclusive, tipifica a oferta ou promessa de vantagem para obtenção de voto, assim como o emprego de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar ou não votar em determinado candidato ou partido.
WhatsApp e redes sociais também podem ser instrumentos do assédio
O assédio eleitoral não precisa ocorrer fisicamente dentro da empresa. Grupos corporativos, WhatsApp, redes sociais e outros meios digitais podem ser utilizados para propaganda, cobrança e monitoramento. Esse não é um problema apenas teórico.
Pesquisa inédita divulgada pelo Centro de Pesquisas Judiciárias do TST e do CSJT em agosto de 2026 analisou processos sobre assédio eleitoral e identificou utilização de meios virtuais em parcela expressiva dos casos examinados.
Na análise qualitativa realizada em amostra dos 738 processos, foram identificadas características de assédio institucional em 92% dos casos estudados, utilização de meios virtuais em 67,4% e intimidação econômica em 61,7%.
Também em agosto, TSE, TST, Ministério Público do Trabalho e Ministério Público Eleitoral ampliaram a atuação conjunta de prevenção e enfrentamento ao assédio eleitoral durante o processo eleitoral de 2026.
O movimento institucional ocorre em um contexto importante: a pressão eleitoral dentro das relações de trabalho afeta simultaneamente direitos trabalhistas individuais e a própria liberdade de escolha que sustenta o processo democrático.
Entre as práticas encontradas estavam grupos utilizados para propaganda política, exigência de compartilhamento de conteúdos e até monitoramento das redes sociais dos trabalhadores.
O estudo também identificou forte presença de assédio institucional e de intimidação econômica. Os números ajudam a demonstrar que a coerção eleitoral no trabalho não se resume a episódios isolados entre chefe e empregado. Em determinados casos, ela pode integrar a própria estrutura organizacional.
Como diferenciar campanha espontânea de assédio eleitoral?
Não existe uma única pergunta capaz de solucionar todos os casos. Mas alguns fatores são particularmente relevantes.
Houve orientação política? Esse é apenas o começo da investigação.
A participação era realmente facultativa? É preciso verificar não apenas o discurso formal, mas o que acontecia com quem recusava.
Existiam metas? Cobrar número de apoiadores, votos, abordagens ou participantes é um elemento especialmente relevante.
Havia fiscalização? Listas, relatórios, fotografias, vídeos, mensagens ou cobranças periódicas podem mostrar que a participação não era meramente espontânea.
O trabalhador precisava manifestar apoio publicamente? Obrigá-lo a gravar vídeos, utilizar materiais políticos, publicar em redes sociais ou participar de eventos interfere também em sua liberdade de expressão e de não manifestação.
Existiam consequências profissionais? Esse costuma ser um dos pontos mais importantes. Transferência, rebaixamento, ameaça de demissão, perda de benefícios ou favorecimento de quem adere à orientação política podem demonstrar a utilização do poder profissional como instrumento de coerção.
Em síntese, uma matriz especialmente útil é: orientação + obrigatoriedade + fiscalização + consequência. Quanto mais presentes estiverem esses elementos, maior a necessidade de investigação jurídica.
O trabalhador precisa provar que efetivamente mudou seu voto?
Não é necessário reduzir a análise a essa consequência. A proteção existe precisamente para preservar a liberdade de formação e manifestação da vontade política.
Uma tentativa de constranger um empregado, ameaçá-lo ou submetê-lo a pressão profissional pode ser juridicamente relevante mesmo que o trabalhador, ao final, vote em quem desejar.
O sigilo do voto também impede que a proteção dependa de comprovar qual candidato recebeu efetivamente seu voto. O foco está na conduta de interferência.
Quais provas podem ser relevantes?
Casos de assédio eleitoral exigem cuidado probatório porque a coerção frequentemente ocorre de maneira informal. Podem ser relevantes, conforme o caso:
mensagens de WhatsApp;
e-mails;
comunicados internos;
gravações;
fotografias;
vídeos;
materiais distribuídos aos empregados;
convocações para reuniões;
listas de participação;
mensagens cobrando metas;
documentos relativos a transferências ou alterações funcionais;
testemunhas que tenham presenciado as cobranças;
registros que permitam comparar o tratamento dado a quem aderiu e a quem recusou a orientação.
Mais uma vez, um único documento não precisa contar toda a história. A sequência dos fatos pode ser mais importante. Uma mensagem política isolada possui significado diferente de uma sequência formada por convocação, meta, cobrança, comprovação da atividade e punição posterior à recusa.
O contrato de trabalho não transfere a liberdade política ao empregador
Empregar alguém significa contratar sua força de trabalho. Não significa adquirir sua consciência política.
O poder de direção empresarial possui limites jurídicos, e a convicção política do trabalhador está fora do espaço em que o empregador pode impor produtividade, metas ou disciplina.
Por isso, em períodos eleitorais, organizações precisam distinguir com rigor a liberdade política de seus integrantes da utilização da estrutura profissional para induzir comportamentos eleitorais.
Da mesma forma, trabalhadores submetidos a cobranças políticas devem evitar conclusões simplistas baseadas apenas na existência de conversas sobre eleições.
A análise adequada passa pela reconstrução concreta da relação:
havia apenas manifestação de preferência ou existia ordem?
A participação era livre ou fiscalizada?
Havia apenas convencimento ou meta?
A recusa era respeitada ou produzia consequências profissionais?
É nessa diferença que, muitas vezes, se encontra a fronteira entre opinião política e assédio eleitoral.
*Thays Brasil é advogada trabalhista com ampla experiência na área. Formada em Administração de empresas com ênfase em Marketing pela Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) e em Direito pela Universidade do Sul do Estado de Santa Catarina. Possui, ainda, duas pós-graduações em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, a primeira pela Faculdade Damásio de Jesus e a segunda pela Fundação Getúlio Vargas. Com mais de 12 anos de formação, integrou equipes de bancas brasileiras de grande renome, com atuação em processos estratégicos, participando na definição de teses e estratégias processuais e consultivas, bem como na análises de risco e prognósticos de processos. Também atuou perante o Ministério Público do Trabalho. Atualmente, é sócia do escritório Feltrin Brasil Tawada com atuação voltada tanto para área consultiva quanto para o contencioso trabalhista.
Organização e praticidade ajudam a economizar tempo, conservar os alimentos e tornar a rotina mais eficiente
Levar a própria refeição para o trabalho tem se tornado um hábito cada vez mais comum entre os brasileiros. Além de representar economia no fim do mês, a marmita permite maior controle da alimentação e ajuda quem busca manter uma rotina mais equilibrada. No entanto, para que esse hábito seja realmente prático, a organização faz toda a diferença.
Escolher recipientes adequados, manter os alimentos bem armazenados e transportar tudo de forma segura são cuidados que facilitam o dia a dia e contribuem para a conservação das refeições. Pensando nisso, a Multicoisas reuniu algumas dicas e itens que tornam a rotina de quem leva marmita muito mais simples.
1. Aposte em potes herméticos
Os recipientes com fechamento hermético evitam vazamentos durante o transporte e ajudam a conservar melhor os alimentos. Além disso, são ideais para armazenar diferentes preparações na geladeira, mantendo sabor e frescor por mais tempo.
2. Separe os alimentos em compartimentos
Utilizar potes com divisórias ou recipientes individuais evita que os alimentos se misturem e preserva a textura de cada preparo. Essa organização também facilita o planejamento das refeições ao longo da semana.
3. Organize lanches e pequenos acompanhamentos
Frutas, castanhas, snacks e sobremesas podem ser armazenados em potes menores, tornando o transporte mais prático e evitando o uso de embalagens descartáveis.
4. Tenha uma bolsa térmica para o transporte
Uma bolsa térmica ajuda a manter a temperatura dos alimentos durante o trajeto até o trabalho, especialmente nos dias mais quentes. O acessório também protege os recipientes e oferece mais segurança durante o transporte.
5. Deixe os utensílios sempre à mão
Montar um kit com talheres reutilizáveis, guardanapo de tecido e pequenos recipientes para molhos ou temperos facilita a rotina e evita esquecimentos na hora de sair de casa.
6. Planeje as refeições da semana
Separar um momento para preparar as refeições antecipadamente ajuda a economizar tempo durante os dias úteis. Utilizar etiquetas para identificar o conteúdo e a data de preparo dos potes também facilita a organização da geladeira e do freezer.
Além de tornar a rotina mais prática, investir em recipientes de qualidade e acessórios de organização contribui para reduzir o desperdício de alimentos e diminui o consumo de embalagens descartáveis, tornando o hábito de levar marmita ainda mais econômico e sustentável.
A Multicoisas oferece uma variedade de potes herméticos, organizadores, bolsas térmicas, etiquetas e acessórios para cozinha que ajudam consumidores a organizar as refeições, conservar melhor os alimentos e tornar o dia a dia mais prático.
Desenvolver competências técnicas e comportamentais pode ajudar jovens a se destacar nos processos seletivos e construir uma trajetória profissional
São Paulo (SP), setembro de 2026: Entrar no mercado de trabalho é um dos principais desafios da juventude. No Dia da Juventude no Brasil, celebrado em 22 de setembro, assuntos relacionados aos jovens ganha espaço para além das questões de saúde e bem-estar, incluindo também educação, desenvolvimento e preparação para o futuro profissional. Para quem ainda busca a primeira experiência no mercado de trabalho, dúvidas sobre como montar o primeiro currículo, onde buscar oportunidades e quais habilidades desenvolver, inclusive as comportamentais, podem tornar o início da carreira ainda mais desafiador. Em um cenário de transformações constantes nas empresas, a preparação passou a ser um importante diferencial para quem deseja conquistar as primeiras oportunidades e construir uma trajetória profissional.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego entre pessoas de 18 a 24 anos chegou a 13,8% no primeiro trimestre de 2026, mais que o dobro da média nacional, de 5,8%. Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro vem apresentando resultados positivos. Em 2025, a taxa anual de desocupação foi de 5,6%, a menor da série histórica iniciada em 2012, enquanto a população ocupada alcançou o recorde de 103 milhões de pessoas.
Para Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins, rede de educação profissional com foco em soft skills, o primeiro passo é entender que a preparação para o mundo corporativo começa antes mesmo da primeira entrevista. Isso inclui desenvolver conhecimentos técnicos, aprender a se comunicar de maneira adequada, entender como funciona um ambiente profissional e fortalecer competências como responsabilidade, organização, colaboração e, principalmente, a inteligência emocional.
“É natural que o jovem tenha dúvidas e até insegurança ao entrar no mercado de trabalho, principalmente quando ainda não possui experiência. Por isso, é importante enxergar a preparação profissional como um processo. Cursos, projetos, atividades extracurriculares e até experiências voluntárias podem contribuir para o desenvolvimento de competências e ajudar o jovem a entender melhor seus interesses e potencialidades”, afirma Cunha.
Por onde começar?
Uma das primeiras etapas é definir um objetivo, mesmo que ele ainda possa mudar ao longo do caminho. Identificar áreas de interesse ajuda o jovem a direcionar a busca por cursos, vagas e experiências que façam sentido para seu momento profissional.
A construção do currículo também merece atenção. Para quem busca o primeiro emprego, não é necessário ter uma extensa lista de experiências. Formação acadêmica, cursos livres, conhecimentos em tecnologia, idiomas, projetos escolares, trabalhos voluntários e outras atividades podem ser apresentados de maneira estratégica, desde que tenham relação com as competências desenvolvidas. Além do arquivo, a recomendação é criar um perfil no LinkedIn, já que alguns recrutadores preferem visualizar as informações pela plataforma.
Também é importante desenvolver as chamadas soft skills. Comunicação, capacidade de trabalhar em equipe, organização, adaptabilidade e inteligência emocional estão cada vez mais presentes nas discussões sobre empregabilidade, especialmente porque o ambiente corporativo exige profissionais capazes de lidar com mudanças e diferentes perfis.
“Mais do que preparar o jovem para uma vaga específica, precisamos ajudá-lo a desenvolver autonomia para construir sua própria trajetória. O mercado, as profissões e as empresas mudam. Por isso, ter disposição para aprender continuamente, saber se comunicar e desenvolver novas competências é tão importante quanto o conhecimento técnico”, revela o diretor nacional da Microlins.
Cinco passos para começar a carreira
1. Identifique seus interesses: conhecer as áreas que despertam curiosidade ajuda a direcionar a formação e a busca por oportunidades.
2. Invista em qualificação: cursos profissionalizantes e de curta duração, como o de Informática, podem ajudar a desenvolver conhecimentos técnicos e ampliar o repertório profissional.
3. Desenvolva habilidades comportamentais: comunicação, organização, trabalho em equipe, criatividade e inteligência emocional são competências importantes no ambiente corporativo.
4. Busque experiências: programas de aprendizagem, estágios, trabalhos voluntários e projetos podem ajudar a desenvolver habilidades e gerar repertório para o currículo.
5. Prepare-se para os processos seletivos: pesquisar sobre a empresa, entender a vaga, organizar o currículo e treinar a comunicação são atitudes que podem fazer diferença em entrevistas e dinâmicas. Vale a pena conversar com familiares, amigos e conhecidos que atuam no mesmo segmento para colher dicas e entender como foi a experiência no mercado de trabalho.
Evento reuniu grandes especialistas para discutir o avanço da doença, inclusive em populações mais jovens, e a eficácia dos tratamentos disponíveis
A Medtronic, líder global em tecnologia para a saúde, realizou nos dias 26 e 27 de agosto o NeuroVation Landscape (NVL 2026), um encontro focado em conectar especialistas para discutir os desafios atuais da área neurovascular, compartilhar experiências clínicas e explorar o futuro das terapias. O segundo dia do evento foi integralmente dedicado ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), promovendo um amplo diálogo sobre como transformar a jornada dos pacientes no Brasil.
O debate é urgente. O AVC continua sendo uma das principais causas de mortalidade e incapacidade no país. No ano passado, foram registrados 89.490 óbitos por AVC no Brasil, o que corresponde a aproximadamente um óbito a cada seis minutos1. Além disso, entre janeiro e junho de 2026, as doenças cardiovasculares causaram mais de 270 mil mortes2. Um alerta que chamou a atenção dos especialistas durante o encontro foi o avanço da carga de doenças cardiovasculares para faixas etárias mais jovens, com um aumento expressivo nas internações de pacientes com menos de 40 anos nas últimas duas décadas3.
Para reverter esse quadro e oferecer o melhor cuidado, os médicos presentes reforçaram a necessidade vital de centros de atendimento estruturados de acordo com o nível de complexidade. O fluxo ideal prevê centros de nível inicial, capacitados para o diagnóstico ágil e a aplicação de trombolítico endovenoso, e centros de alta complexidade, estruturados para realizar a trombectomia mecânica, um procedimento minimamente invasivo fundamental para a remoção de coágulos nos AVCs isquêmicos maiores.
“A estruturação da urgência do atendimento, para que o AVC seja visto como prioridade máxima, é essencial. Isso inclui o treinamento do SAMU para que possam reconhecer os sinais mais graves e levar o paciente ao centro adequado”, pontuou o Dr. Michel Frudit, neurocirurgião e neurorradiologista intervencionista do Hospital das Clínicas de São Paulo. Ele alertou ainda para as barreiras de infraestrutura: “Em São Paulo, para uma população enorme, só há dois hospitais públicos estruturados com trombectomia mecânica (HC e Santa Marcelina), o que é muito pouco, considerando o tamanho da cidade”.
A atenção ao AVC também tem se voltado para uma população ainda mais jovem: os pacientes pediátricos. O tema ganhou relevância com a publicação, em 2026, das novas recomendações que incorporam o tratamento do AVC agudo para a faixa etária que vai do nascimento aos 17 anos4. Em países desenvolvidos, a incidência chega a 1,5 criança a cada 100.000, e cerca de 70% desse grupo corre o risco de desenvolver sequelas limitantes4.
“Tivemos a grata surpresa da incorporação do tratamento do AVC agudo no grupo pediátrico. É uma publicação importante que vai nos ajudar a mudar os protocolos da maioria das instituições para tratar esse grupo de crianças, que também pode ser tratado com a trombectomia mecânica com segurança e resultados excelentes”, destacou o Dr. Alexandre Ulhoa, neurologista e neurocirurgião do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte (MG).
A educação da população para o reconhecimento dos sinais da doença, que muitas pessoas ainda conhecem apenas pelo termo "derrame", é o primeiro elo da cadeia de sobrevivência.
“A epidemiologia no Brasil mostra casos crescentes em pacientes mais jovens e com risco de morte. O reconhecimento dos sintomas ainda é insuficiente, não apenas pela população, mas muitas vezes, também por profissionais de saúde. Uma vez que os tratamentos do AVC são tempo-dependentes, é necessário que o paciente busque atendimento imediato em centros estruturados, que dispõem de fluxos bem estabelecidos e equipes multiprofissionais especializadas”, orientou o Dr. Michel Ferreira Machado, neurologista do Hospital Santa Marcelina, em São Paulo.
“O NeuroVation Landscape evidenciou que a tecnologia e a inovação só alcançam seu potencial máximo quando caminham lado a lado com a educação médica continuada. Para a Medtronic, atuar como parceira estratégica do ecossistema de saúde significa fomentar ativamente esses espaços de aprimoramento clínico", afirma Glauber Souza, diretor da unidade de negócios de Neurociência da Medtronic no Brasil.
Santana de Parnaíba mostrou a força da união e do trabalho de Danilo Joan em uma reunião superlotada, ao lado de um grande time de vereadores, lideranças e apoiadores.
Ao lado do prefeito de Cajamar, Kauan Berto, do presidente estadual do Progressistas e candidato a deputado federal, Maurício Neves, e de importantes lideranças locais, Danilo foi recebido com entusiasmo pelas ruas da cidade.
O encontro reuniu os vereadores Zaqueu, Gabriel Oliani, Ricardo do Parque Colinas, Fátima do Social, Kadu da Farmácia e Ronaldinho RD, além do ex-vereador Marcos Moraes e lideranças como Ruben Alves e Zezinho Scarpa.
Durante o evento, Danilo reforçou seu compromisso com Santana de Parnaíba e toda a região, destacando que pretende levar para a Assembleia Legislativa sua experiência como ex-prefeito de Cajamar, além de projetos que deram certo e se tornaram referência em todo o Brasil. Seu objetivo é trabalhar pela conquista de recursos, investimentos e iniciativas que contribuam para o desenvolvimento do município.
A força do grupo, a presença popular e a união das lideranças mostram que Santana de Parnaíba está pronta para caminhar ainda mais forte.
“Tenho muito orgulho de caminhar ao lado desse grande time de Santana de Parnaíba. São pessoas que conhecem a cidade, estão perto da população e trabalham todos os dias por quem mais precisa. Acredito na força desse grupo e tenho certeza de que, juntos, podemos fazer Santana de Parnaíba avançar ainda mais. Quero levar as experiências que deram certo em Cajamar e ser, na Assembleia Legislativa, um representante presente, parceiro e comprometido em trazer recursos para a cidade”, destacou Danilo Joan.