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  1. O Marco Temporal foi rejeitado. O risco de retrocessos permanece   Nota do ISPN sobre o julgamento do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal Notícia

    O Marco Temporal foi rejeitado. O risco de retrocessos permanece Nota do ISPN sobre o julgamento do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal

    Entre os dias 7 e 18 de agosto, o Supremo Tribunal Federal (STF) volta a analisar questões relacionadas ao marco temporal e aos critérios jurídicos aplicáveis à demarcação das terras indígenas. Embora a Corte já tenha declarado a inconstitucionalidade da tese que condicionava o reconhecimento dos direitos territoriais indígenas à ocupação das terras até 5 de outubro de 1988, permanecem em julgamento temas que poderão produzir efeitos significativos sobre a efetividade dos direitos assegurados pela Constituição Federal.



    O risco atual, portanto, não está na retomada da tese do marco temporal, mas na possibilidade de que novas interpretações jurídicas produzam efeitos semelhantes, criando obstáculos capazes de retardar, restringir ou dificultar a concretização dos direitos territoriais indígenas. Entre os temas em discussão estão a possibilidade de indenização da terra nua em determinadas hipóteses, a permanência de ocupantes não indígenas até o pagamento dessas indenizações e o tratamento jurídico conferido às retomadas realizadas por povos indígenas em defesa de seus territórios tradicionais.



    Causa preocupação que um julgamento de tamanha relevância constitucional, social e ambiental ocorra em ambiente virtual, apesar das manifestações de organizações e lideranças indígenas em favor da realização de uma sessão presencial. A participação efetiva dos povos diretamente afetados fortalece a legitimidade democrática das decisões judiciais e concretiza os princípios da transparência, do contraditório e da participação social, especialmente em processos que envolvem direitos fundamentais de natureza coletiva.



    As questões submetidas ao Supremo Tribunal Federal possuem potencial para impactar diretamente a duração dos processos demarcatórios, ampliar conflitos fundiários e aumentar a insegurança jurídica. Além disso, podem produzir efeitos sobre terras indígenas já reconhecidas, estimulando novos litígios e questionamentos acerca de territórios anteriormente consolidados, com consequências diretas para a proteção dos povos indígenas e para a estabilidade dos processos de regularização territorial.



    É fundamental reafirmar que a Constituição Federal não criou os direitos territoriais indígenas. Ela reconheceu direitos preexistentes, originários e imprescritíveis, anteriores à própria formação do Estado brasileiro. Por essa razão, a proteção constitucional das terras tradicionalmente ocupadas não pode ser condicionada a marcos temporais incompatíveis com a ordem constitucional nem esvaziada por interpretações que imponham restrições indevidas à sua efetivação.



    A garantia dos direitos territoriais indígenas transcende a proteção de grupos específicos. Trata-se de um pressuposto para a conservação da biodiversidade, a proteção das florestas e dos recursos hídricos, o enfrentamento da crise climática e a preservação da diversidade cultural brasileira. A efetividade desses direitos constitui, ainda, elemento essencial para a promoção da justiça socioambiental e para a concretização do projeto constitucional inaugurado em 1988.



    Diante desse cenário, entendemos que as decisões do Supremo Tribunal Federal devem ser orientadas pelo regime constitucional de proteção aos direitos territoriais indígenas, consagrado no artigo 231 da Constituição Federal, em conformidade com a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e os demais instrumentos internacionais de direitos humanos ratificados pelo Brasil. O julgamento deve preservar a natureza originária desses direitos e afastar interpretações que, por vias indiretas, restabeleçam limitações incompatíveis com a Constituição e com os compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.



    Mais do que solucionar controvérsias fundiárias, este julgamento definirá o alcance da proteção constitucional conferida aos povos indígenas e a coerência do Estado brasileiro com sua própria ordem jurídica. A segurança jurídica não será alcançada pela criação de novos condicionantes ao exercício de direitos fundamentais já reconhecidos, mas pelo respeito à Constituição Federal, à jurisprudência consolidada do Supremo Tribunal Federal e aos compromissos nacionais e internacionais assumidos pelo Brasil.



    A decisão do Supremo Tribunal Federal não definirá apenas o futuro das demarcações de terras indígenas. Ela reafirmará o compromisso do Estado brasileiro com a Constituição, com os direitos humanos, com a democracia e com a proteção do patrimônio socioambiental do país. Não basta rejeitar o marco temporal; é necessário impedir que seus efeitos sejam reintroduzidos por outros caminhos.
  2. Rede de Apoio às Mulheres das Periferias ♀️ Nos 20 anos da Lei Maria da Penha, a Agência Mural lança site que reúne equipamentos públicos e comunitários de apoio às vítimas de violência doméstica nas periferias Notícia

    Rede de Apoio às Mulheres das Periferias ♀️ Nos 20 anos da Lei Maria da Penha, a Agência Mural lança site que reúne equipamentos públicos e comunitários de apoio às vítimas de violência doméstica nas periferias

    A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de agosto de 2006 e criou mecanismos para coibir e denunciar a violência doméstica.

    Não há dúvida que a legislação transformou a vida de diversas mulheres das periferias, como a advogada Olga Franco, 43, do Jardim Miriam, zona sul.

    “Foram muitas violências e aí eu entendi que eu precisava fazer uma denúncia. Na época, a [lei] Maria da Penha tinha acabado de ser sancionada e se falava muito sobre a violência [doméstica]. Fui movida por ela”.

    Ela conta sua história na reportagem da Agência Mural sobre os 20 anos da Maria da Penha e ajuda a mostrar como as periferias avançaram e o que ainda falta para o acolhimento e a proteção das mulheres.
    Para marcar as duas décadas de Maria da Penha, a Agência Mural lançou a Rede de Apoio às Mulheres Periféricas. Trata-se de uma plataforma navegável que reúne equipamentos que prestam assistência às mulheres nas periferias de São Paulo. Nela, é possível buscar por serviços especializados para denúncia, acolhimento e rede assistencial com um diferencial: o mapeamento inclui também serviços comunitários de suporte socioeducativo, profissional e emocional.

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    Por que organizamos essa rede?
    Foi em uma reunião de pauta coletiva no final de 2025 que a Bianca Sales, correspondente do Sacomã, na zona sul de São Paulo, lançou: “ano que vem, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Seria legal levantar espaços comunitários que apoiam mulheres nas quebradas”. Proposta mais que aprovada.

    Corta para 2026. Bianca e Jacqueline Maria, que também assina esta news, começaram a reunir informações e fazer pesquisas até chegar no ‘mapa’ de serviços das margens da capital paulista, onde muitas vezes o poder público não chega.

    “Foi uma experiência muito marcante. Ao longo de várias reuniões e conversas com mulheres que já passaram por violências, buscamos entender quais eram os principais desafios enfrentados nas periferias e quais informações e serviços seriam realmente úteis para as leitoras”, explica Bianca.

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    Reforço para as mulheres das quebradas
    Territórios periféricos costumam ter menor presença do Estado e alguns serviços públicos acabam ficando mais concentrados nas regiões centrais.

    “As organizações comunitárias são de extrema importância, pois atuam com a proteção e a identificação dos tipos de violência. Elas encorajam denúncias e podem ajudar a sustentar o rompimento do ciclo de violência, auxiliando mulheres com dependência financeira e afetiva, por exemplo ”, comenta Jacqueline Maria.

    As organizações comunitárias não pretendem substituir os equipamentos públicos. A ideia é complementar e fortalecer a rede de acolhida, somando o trabalho de movimentos sociais, coletivos e ONGs das periferias, que oferecem desde formações até apoio emocional às vítimas.

    Para mulheres que buscam romper o ciclo da violência, mas nem sempre sabem por onde começar, reunimos em um só lugar:

    💜 Serviços públicos

    💜 Iniciativas comunitárias

    💜 Acolhimento

    💜 Apoio assistencial

    💜 Formação e empreendedorismo

    “Queremos oferecer caminhos para as mulheres buscarem ajuda, construírem redes de apoio, terem mais autonomia e seguirem com suas vidas, apesar das marcas que a violência pode deixar”, conclui Bianca Sales.

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    Se você acredita na importância de produzir reportagens e iniciativas como essa, apoie a Agência Mural !!

    Cada contribuição ajuda a manter um jornalismo feito sobre, para e pelas periferias e torna possível desenvolver projetos que ampliam o acesso à informação e aos direitos de quem vive nesses territórios.
  3. Ponto de Apoio aos Romeiros oferece acolhimento na Via Dutra durante caminhada para Aparecida Grupo de Jarinu e Pindamonhangaba realiza há 11 anos ação em Pindamonhangaba com alimentação, descanso, atendimento de enfermagem, massagem e oração Notícia

    Ponto de Apoio aos Romeiros oferece acolhimento na Via Dutra durante caminhada para Aparecida Grupo de Jarinu e Pindamonhangaba realiza há 11 anos ação em Pindamonhangaba com alimentação, descanso, atendimento de enfermagem, massagem e oração

    Há 11 anos, um grupo de voluntários de Jarinu e Pindamonhangaba mantém uma iniciativa de
    acolhimento para pessoas que percorrem a Via Dutra em direção ao Santuário Nacional de
    Aparecida. O Ponto de Apoio aos Romeiros Amigos em Oração, instalado em
    Pindamonhangaba, chega à sua 11ª edição oferecendo alimentação, descanso, cuidados e
    oração aos peregrinos que passam pela rodovia durante a caminhada.
    A ação será realizada entre os dias 10 e 12 de outubro, no km 97,8 da Via Dutra, em
    Pindamonhangaba, no sentido Rio de Janeiro/São Paulo. O atendimento será feito durante
    24 horas e contará com uma estrutura preparada para receber os romeiros ao longo do
    percurso.
    A história do ponto de apoio começou de maneira simples. Na primeira edição, eram apenas
    duas tendas de praia e a disposição de um grupo de voluntários para ajudar quem enfrentava a
    caminhada até Aparecida. Com o passar dos anos, a iniciativa cresceu e ganhou novos serviços,
    mas manteve o propósito original: oferecer um lugar de acolhimento para quem está na
    estrada.
    Estrutura para receber os romeiros
    Neste ano, o ponto de apoio contará com três tendas de 10 metros por 10 metros, banheiro
    químico, atendimento de enfermagem e massagem.
    O espaço também terá áreas destinadas ao descanso. A ideia é permitir que os romeiros façam
    uma pausa durante a caminhada, recuperem as energias e recebam cuidados antes de
    continuar o percurso.
    Durante os dias de funcionamento, os voluntários também irão oferecer bolos, sanduíches,
    quirerinha, café e água aos peregrinos.
    Para quem passa horas caminhando, uma parada para se alimentar, descansar ou receber um
    atendimento pode fazer diferença para conseguir continuar o trajeto. Por isso, o trabalho dos
    voluntários combina necessidades práticas com o aspecto religioso que está na origem da
    caminhada.
    Além dos cuidados físicos, a oração ocupa um espaço central na iniciativa. O ponto de apoio
    procura oferecer aos romeiros não apenas alimentos e serviços, mas também um ambiente de
    acolhimento e solidariedade.
    Doações ajudam a manter o trabalho
    Para que a estrutura possa funcionar, o grupo depende da participação de voluntários e de
    doações da comunidade.
    Estão sendo arrecadados alimentos, produtos descartáveis, produtos de higiene e materiais e
    produtos para curativos. Os itens serão utilizados na estrutura de atendimento aos romeiros
    durante os três dias da ação.

    Também é possível participar diretamente como voluntário. Pessoas interessadas podem
    ajudar na organização do espaço, preparação e distribuição dos alimentos, atendimento aos
    romeiros e demais atividades necessárias para manter o ponto de apoio funcionando durante
    as 24 horas.
    Depois de 11 anos, o projeto mostra como uma iniciativa que começou com duas tendas pode
    se transformar em uma grande corrente de solidariedade.
    Para os organizadores, cada pessoa que contribui — seja com um produto, alimento, trabalho
    voluntário ou simplesmente ajudando a divulgar a iniciativa — passa a fazer parte dessa rede
    de acolhimento.
    A filosofia que acompanha o trabalho resume a missão do grupo:
    “Os romeiros são a fé que caminha, e nós, Pontos de Apoio, somos o amor que acolhe.”
    Serviço — 11º Ponto de Apoio aos Romeiros Amigos em Oração
    O que: Ponto de Apoio aos Romeiros Amigos em Oração
    Quando: 10 a 12 de outubro
    Atendimento: 24 horas
    Local: km 97,8 da Via Dutra, em Pindamonhangaba
    Sentido: Rio de Janeiro/São Paulo
    Como ajudar:
    A iniciativa recebe doações de alimentos, produtos descartáveis, produtos de higiene e
    materiais e produtos para curativos. Também são necessários voluntários para ajudar na
    realização da ação.
    Informações e voluntariado:
    Toni: (11) 94788-2644
    Priscila: (12) 99125-3925
  4. Dia de Princesa com Sorriso Maroto já tem quase 1.500 inscrições para experiência em Jundiaí Fãs de quatro estados concorrem a um dia de beleza, produção completa, encontro com o grupo no camarim e espaço privilegiado para assistir ao show Notícia

    Dia de Princesa com Sorriso Maroto já tem quase 1.500 inscrições para experiência em Jundiaí Fãs de quatro estados concorrem a um dia de beleza, produção completa, encontro com o grupo no camarim e espaço privilegiado para assistir ao show

    Imagine começar o dia com um café da manhã especial, passar por uma produção completa de
    beleza, ganhar um look exclusivo e, poucas horas depois, encontrar os integrantes do Sorriso
    Maroto no camarim. Para uma fã, esse sonho pode se tornar realidade em Jundiaí. A ação “Um
    Dia de Princesa com Sorriso Maroto”, promovida pela Folha Jundiaiense, já recebeu quase
    1.500 inscrições e vem atraindo participantes de diferentes regiões do Brasil.
    Entre os inscritos estão fãs dos estados de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e
    Paraná, além de participantes da região de Jundiaí. O número mostra a repercussão da
    iniciativa e também a expectativa para o retorno do Sorriso Maroto à cidade.
    Depois de anos de espera, o grupo se apresenta no dia 23 de agosto, no Parque da Uva, em
    Jundiaí, em um show que promete reunir milhares de fãs para cantar sucessos que marcaram
    diferentes gerações do pagode.
    Mas, para uma das fãs, a experiência começará muito antes de o show subir ao palco.
    Dia de Princesa terá beleza, produção e encontro com o Sorriso Maroto
    A fã escolhida para viver o “Um Dia de Princesa com Sorriso Maroto” terá uma programação
    especial durante todo o dia.
    A experiência começa com um café da manhã especial, dando o pontapé inicial em uma
    preparação pensada para transformar o dia do show em uma memória inesquecível.
    Depois, ela seguirá para um salão de beleza, onde terá uma produção completa, incluindo
    cabelo, maquiagem e cuidados especiais.
    A transformação ainda terá um detalhe importante: a vencedora receberá um look exclusivo
    para viver o grande momento.
    Com a produção pronta, será hora de seguir para o Parque da Uva e continuar a experiência.
    Antes do show, a fã terá a oportunidade de conhecer os integrantes do Sorriso Maroto no
    camarim e fazer uma foto exclusiva com o grupo.
    Depois do encontro, ela poderá acompanhar a apresentação de um espaço privilegiado,
    encerrando o dia ao som dos grandes sucessos do grupo.
    A iniciativa é da Folha Jundiaiense, com participação dos parceiros Influência Brasil Oficial e
    Bioma Yutintin.
    A proposta vai além de proporcionar acesso ao show. A ideia é criar uma experiência completa
    para uma fã, reunindo cuidados de beleza, produção, música e a oportunidade de estar frente
    a frente com os artistas que admira.
    Como participar do Dia de Princesa
    As inscrições continuam abertas. Para participar da ação, é necessário:

     Seguir @folhajundiaiense;
     Seguir @influenciabrasiloficial;
     Seguir @bioma.yutintin.
    Depois, basta preencher o cadastro no formulário oficial da promoção.
    Faça sua inscrição para o Dia de Princesa
    O sorteio será realizado no dia 20 de agosto. Até lá, a expectativa é que o número de
    participantes continue crescendo.
    A presença de inscritos de quatro estados brasileiros mostra que a ação ganhou alcance além
    da região e acompanha a expectativa em torno do retorno do Sorriso Maroto a Jundiaí.
    Serviço — Dia de Princesa com Sorriso Maroto
    O que a fã escolhida vai viver:
     Café da manhã especial;
     Dia de beleza em salão;
     Produção completa;
     Cabelo;
     Maquiagem;
     Cuidados especiais;
     Look exclusivo;
     Ida ao evento;
     Encontro com os integrantes do Sorriso Maroto no camarim;
     Foto exclusiva com o grupo;
     Espaço privilegiado para acompanhar o show.
    Como participar: seguir @folhajundiaiense, @influenciabrasiloficial e @bioma.yutintin e
    preencher o cadastro no formulário oficial.
    Fazer inscrição
    Sorteio: 20 de agosto
    Show do Sorriso Maroto: 23 de agosto
    Local: Parque da Uva – Jundiaí
    Realização: Folha Jundiaiense
    Parceiros: Influência Brasil Oficial e Bioma Yutintin
  5. Simpósio debate como os hábitos do dia a dia estão adoecendo a população Especialistas de diferentes áreas da saúde se reúnem, em Jundiaí, para discutir os impactos do estilo de vida na prevenção e no tratamento de doenças; inscrições já estão abertas Notícia

    Simpósio debate como os hábitos do dia a dia estão adoecendo a população Especialistas de diferentes áreas da saúde se reúnem, em Jundiaí, para discutir os impactos do estilo de vida na prevenção e no tratamento de doenças; inscrições já estão abertas

    A rotina acelerada, o excesso de tempo diante das telas, a alimentação inadequada, o
    sedentarismo, a privação de sono e o estresse constante fazem parte do cotidiano de milhões
    de brasileiros. O resultado aparece nas estatísticas: aumento das doenças cardiovasculares,
    diabetes, obesidade, ansiedade, depressão e outros problemas crônicos que comprometem a
    qualidade de vida e sobrecarregam os sistemas de saúde.
    Mais do que tratar doenças, especialistas defendem que é preciso discutir suas causas e
    incentivar mudanças de hábitos capazes de prevenir grande parte desses problemas. É
    justamente esse o propósito do Simpósio Regional de Medicina do Estilo de Vida – O Cuidado
    que nos Habita, que será realizado no dia 12 de setembro, em Jundiaí, reunindo profissionais
    reconhecidos nacionalmente para apresentar evidências científicas e experiências práticas
    sobre promoção da saúde.
    O encontro é voltado para médicos, profissionais da saúde e estudantes da área e pretende
    ampliar o debate sobre uma abordagem cada vez mais presente na medicina moderna: a
    utilização dos hábitos de vida como ferramenta de prevenção, tratamento e recuperação da
    saúde. Além das palestras, os participantes terão momentos de práticas corporais e atividades
    voltadas ao autocuidado e à integração entre os profissionais.
    Programação reúne especialistas de diversas áreas
    A programação começa com a palestra do cardiologista Dr. Bruno Colontoni, presidente do
    CBMEV, que abordará a Síndrome do Estilo de Vida Ruim, apresentando como escolhas
    cotidianas podem desencadear doenças ao longo da vida. Em seguida, o biólogo Fábio
    Romano, coordenador da pós-graduação em Estilo de Vida e Coaching de Saúde do Hospital
    Albert Einstein, conduz uma prática de presença e fala sobre a chamada Sociedade do
    Cansaço, analisando o impacto do estresse na cultura atual.
    Ainda pela manhã, Sílvio Rodrigues e Lourdes Faim discutem o avanço do sedentarismo e o
    paradoxo da falta de movimento na sociedade contemporânea. Logo depois, a
    endocrinologista Dra. Roberta Vannucchi apresenta a palestra "Comer para nutrir ou para
    aliviar?", mostrando como pequenas mudanças alimentares podem promover grandes
    benefícios para a saúde.
    No período da tarde, a programação aborda outros pilares fundamentais da Medicina do Estilo
    de Vida. O neurologista Dr. Pedro Macedo falará sobre a importância do sono na manutenção
    da saúde, enquanto a psicóloga Patrícia Barão discutirá o impacto das relações humanas e das
    conexões sociais no bem-estar físico e emocional.
    Outro tema de grande relevância será o uso excessivo de dispositivos eletrônicos. As médicas
    Dra. Marcela Varella e Dra. Thaís Pinelli apresentarão uma palestra sobre os efeitos das telas
    na saúde física e mental, mostrando como o alívio imediato proporcionado pela tecnologia
    pode gerar consequências prolongadas para crianças e adultos. Encerrando o simpósio, a
    psicóloga Julyany Gonçalves falará sobre a importância da presença, da conectividade humana
    e da transformação das práticas em saúde.

    Inscrições
    As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas por meio do perfil oficial da TriEllos no
    Instagram (@tri.ellos), onde está disponível o link de acesso. O evento é direcionado a
    médicos, profissionais da saúde e estudantes de cursos de graduação da área da saúde.

    Serviço
    Simpósio Regional de Medicina do Estilo de Vida – O Cuidado que nos Habita
    Data: 12 de setembro de 2026
    Horário: das 8h às 17h
    Local: UniAnchieta
    Cidade: Jundiaí (SP)
    Público-alvo: Médicos, profissionais da saúde e estudantes de graduação da área da saúde.
    Inscrições: Link disponível na bio do Instagram @tri.ellos.
    Realização: UniAnchieta, TriEllos, MEV Vale, CBMEV e parceiros.