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  1. Maria Beatriz resgata a música raiz por meio da viola e da sanfona Notícia

    Maria Beatriz resgata a música raiz por meio da viola e da sanfona

    Natural e moradora de Palmital, cidade do interior do Estado de São Paulo, Maria Beatriz carrega na voz, nos dedos, nas cordas de aço e no fole a missão de manter viva a música raiz brasileira. Ela está construindo uma carreira dedicada a resgatar a essência sertaneja, com repertório que transita entre o sertanejo raiz, com a moda de viola, o cururu, o pagode de viola e outras tradições caipiras com os modões.



    A artista atua em três frentes: shows, gravações em estúdio e participações em programas de televisão, rádios e podcasts. Nos palcos, leva ao público melodias que falam do campo, da roça e dos valores caipiras. Em entrevista exclusiva à Revista Almanaque Sertanejo, ela diz que seu objetivo é “provocar pertencimento, levar o público ao encontro da brasilidade autêntica e trazer a importância do viver com menos estresse que o campo, a música sertaneja e a natureza no interior podem oferecer”.



    Com um repertório que dialoga com os grandes nomes da viola e da sanfona, o cancioneiro de Maria Beatriz é um tributo à memória do sertão. Entre as referências estão violeiros, duplas, trio, solistas que marcam gerações como: Bambico, João Mulato & Douradinho, Tião Carreiro & Pardinho, Rolando Boldrin, Trio Parada Dura, Mário Zan, Liu & Léu, Lorito & Loreto, Zé Carreiro & Carreirinho, Jacó & Jacozinho, Baitaca, Arnaldo Freitas, entre outros.



    Entre as composições autorais lançadas estão “Morada”, “Tudo por Deus foi criado”, “Essência”, “O Violeiro e a vovó”, “Meta certeira” e “Viola navalha”. A faixa “Café com bolinho” ganhou destaque nacional ao integrar a trilha sonora do filme “Antes que o Café Esfrie”, da Ambire Films, que retrata a geada negra de 1975 no interior dos estados de São Paulo e Paraná.



    Um detalhe marca o processo criativo da artista: todos os arranjos são gravados e executados sem uso de artifícios digitais e IA. As faixas são produzidas na Gravadora FHG, em Palmital.



    Maria Beatriz já esteve em programas de televisão tradicionais da cultura sertaneja. Já fez shows em eventos para prefeituras do interior paulista, paranaense e mineiro. Em 2019, participou da Conferência Viola Brasileira, promovida por Arnaldo Freitas na cidade de Uberlândia, no Estado de Minas Gerais.



    Para a artista, viola e sanfona são mais que instrumentos. São ferramentas de resistência cultural e de uma vida envolta à paz da natureza. "São instrumentos do sertão para valorização das tradições do interior e construção da brasilidade do nosso país e de um viver mais calmo", resume.



    VIOLA E SANFONA – ENCANTOS QUE TEM NOME: MARIA BEATRIZ

    A viola caipira não é só um instrumento. É raiz! É a voz do sertão, do campo, da estrada de terra que vira história. Desde o Brasil Colônia, ela atravessa gerações carregando no braço das 10 cordas de aço a memória do nosso povo. Foi nas mãos dos tropeiros, dos violeiros, nos bailes de roça, dos cantadores de moda de viola que o Brasil aprendeu a contar suas dores, suas festas e sua fé.



    Maria Beatriz afirma que, “sem a viola, a nossa música sertaneja perde o chão, o interior perde a voz, que a viola não nasceu nas vitrines, nasceu no chão, no barro, no cururu, nas rezas e nas festas do campo após as colheitas, que a viola traz o cheiro de fogueira, de café coado, de noite estrelada, que cada nota é um elo que liga passado, presente e futuro. É oração dedilhada na noite, quando o silêncio é grande e a alma é maior ainda. A viola é mágica! Tem mistério no som abafado, no ponteio que parece conversar com o vento, no rasqueado que faz até o coração mais duro chorar. Invoca a ancestralidade. A viola expõe o mapa do Brasil que não cabe nos livros. Desde sempre a viola é ponte. Liga o tempo antigo ao de agora”.



    Maria Beatriz carrega a viola como quem carrega um segredo sagrado. Toca com respeito, com técnica e com alma, mostrando que a viola também é força, também é presença, também é futuro. Ela não só toca a viola, dá voz a ela. Prova que a viola caipira é resistência, é cultura viva, é Brasil profundo, e, quando ela toca, a gente lembra: esse país tem som, tem raiz, tem magia. Diz: “a viola tem mistério no abafado, e segredo no rasqueado”. Maria Beatriz: ela não toca a viola, conversa com ela.



    E para Maria Beatriz, a “sanfona também não é só um instrumento, é pulmão! É o peito que respira, que puxa ar e devolve em melodias. É vaivém de vida, respiração do sertão! Cada acorde dela é um caminho, um forró na praça, um baile no salão, som que junta o povo nos rodeios, que chama o vizinho, que encosta banco, que faz até pé calejado sapatear, sem ela a festa manqueja, mas com ela a noite ganha cor, abraços. Sanfona é fole, é fôlego, é alma! Do norte ao sul, é o Brasil inteiro representado também pelos 120 baixos”.



    E nesse tempo de hoje, a viola e a sanfona encontraram uma porta-voz: Maria Beatriz. Com as mãos que respeitam e um coração quente, ela fala sem embaraço, colocando história e cultura, fazendo da viola e da sanfona sua casa, sua luta. Mostra que força também tem jeito de mulher, que tradição também tem jeito de mocidade. Por meio de seus instrumentos, o Brasil escuta histórias, escuta o campo, as raízes, escuta a magia que a viola e a sanfona conotam por si próprias, porque, sem viola e sanfona, o Brasil perde o tom.



    Como compositora, intérprete e arranjadora, Maria Beatriz segue levando sua arte para novas cidades, com um convite direto ao público: sentir a emoção da música sertaneja batendo forte no coração.



    Para conhecer um pouco mais de Maria Beatriz, acesse https://www.instagram.com/mariabeatrizmb.official/.
  2. Autismo e mercado de trabalho:  inclusão exige mais do que boas intenções      Clau Camargo* Notícia

    Autismo e mercado de trabalho: inclusão exige mais do que boas intenções Clau Camargo*

    Pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), também conhecido como autismo, possuem uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação, a interação social e o comportamento, além de estabelecer padrões restritos de interesse. Geralmente os primeiros sinais aparecem na infância, mas podem persistir ao longo da vida.


    Contudo, quando diagnosticado precocemente e com um acompanhamento adequado e ambientes acolhedores, é possível garantir qualidade de vida e autonomia para essas pessoas. Inclusive no campo profissional. No entanto, apesar de avanços legais e sociais, a inserção profissional de pessoas com TEA no mercado de trabalho ainda enfrenta muitos obstáculos.


    De acordo com um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo. E segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 85% dos profissionais que possuem TEA permanecem fora do mercado de trabalho – ou seja, algo em torno de 1,7 milhões estão desempregados.


    Para acolher efetivamente pessoas com TEA, é necessário que as empresas estejam verdadeiramente engajadas para superar seu desconhecimento, preconceito e falta de preparo técnico para implementar as adaptações necessárias. Ou seja, que adotem de fato políticas inclusivas para ampliar a diversidade entre seus colaboradores.


    Mais do que cumprir a legislação, promover a inclusão de pessoas com TEA é uma questão de respeito à dignidade humana e de reconhecimento do potencial de cada indivíduo. Não se trata de privilégios, mas de garantia de igualdade de oportunidades. Quando empresas e instituições substituem preconceitos por conhecimento e acolhimento, todos saem ganhando.




    * Clau Camargo é advogada especialista em direito trabalhista, autora e primeira-dama do município de Arujá, tendo coordenado a Câmara Técnica de Políticas Públicas para Mulheres do Consórcio de Desenvolvimento dos Municípios do Alto Tietê (Condemat+) e atuado como presidente voluntária do Fundo Social de Solidariedade de Arujá.
  3. Ana Castela, Filho do Piseiro e Menos é Mais encerram a Festa Julina de Jundiaí Notícia

    Ana Castela, Filho do Piseiro e Menos é Mais encerram a Festa Julina de Jundiaí

    Após receber milhares de visitantes e registrar lotação no primeiro fim de semana, a Festa
    Julina de Jundiaí chega à reta final com expectativa de novo recorde de público

    A Festa Julina de Jundiaí entra em seu segundo e último fim de semana consolidada como um
    dos maiores eventos do interior paulista. O sucesso dos primeiros dias ficou evidente com o
    recinto completamente lotado, milhares de visitantes, estrutura elogiada pelo público e
    grandes apresentações musicais que marcaram a abertura da edição 2026.
    Agora, chegou a última oportunidade para quem ainda não viveu a experiência da Festa Julina
    de Jundiaí. A expectativa da organização é repetir o sucesso do primeiro fim de semana e
    receber novamente um grande público para acompanhar alguns dos artistas mais ouvidos do
    país.
    Grandes shows encerram a edição 2026
    A programação do último fim de semana reúne três grandes atrações nacionais. No sábado
    (25), Ana Castela sobe ao palco levando seus principais sucessos e um dos shows mais
    aguardados da festa. Na sequência, Filho do Piseiro promete manter o público animado com
    muito forró e piseiro.
    No domingo (26), o encerramento da Festa Julina de Jundiaí será comandado pelo grupo
    Menos é Mais, um dos maiores fenômenos do pagode brasileiro e responsável por sucessos
    que dominam as plataformas digitais e os principais festivais do país.
    A programação coloca a Festa Julina de Jundiaí entre os principais eventos de entretenimento
    do estado neste mês de julho, reunindo artistas de diferentes estilos musicais e oferecendo
    uma experiência completa para todas as idades.
    Experiências para todos os públicos
    Além da Arena, o público pode escolher diferentes setores para aproveitar os shows da
    maneira que preferir.
    A Arena oferece acesso ao recinto e aos shows. A Área VIP proporciona visão privilegiada do
    palco e mais conforto. O Camarote VIP garante uma experiência diferenciada durante as
    apresentações. Já o Camarote Corporativo foi desenvolvido para empresas e grupos que
    desejam receber convidados com exclusividade.
    Também estão disponíveis o Camarote Avulso, para quem busca um espaço reservado, e o
    Camarote Open Bar, opção premium que oferece bebidas liberadas durante o evento.
    *Camarote Open Bar, permitido somente para maiores de 18 anos.
    Ingressos para a Festa Julina de Jundiaí seguem à venda
    Os ingressos para todos os setores continuam à venda pelos canais oficiais do evento. Com a
    grande procura registrada após o primeiro fim de semana, a recomendação é que o público
    garanta a compra antecipadamente para evitar filas e assegurar o acesso ao setor desejado.
    A expectativa é de mais duas noites de grande movimentação, repetindo o sucesso registrado
    na abertura da Festa Julina de Jundiaí.

    https://www.tycket.com.br/festa-julina-jundiai-2026.html

    Diversão para crianças e toda a família
    Muito além dos grandes shows, a Festa Julina de Jundiaí oferece atrações para todas as idades
    com entrada gratuita. As famílias encontram uma ampla praça de alimentação com comidas
    típicas, espaços de convivência, ambiente seguro e programação voltada ao público infantil,
    tornando o passeio uma excelente opção para quem deseja aproveitar o fim de semana em
    família. No espaço tem artesanato, brinquedos infláveis e entidades assistenciais com
    brincadeiras típicas julinas.
    Programação do Palco Fogueira
    Além dos grandes shows no palco principal, a Festa Julina de Jundiaí também oferece uma
    programação especial no tradicional Palco Fogueira, com apresentações culturais, dança,
    música, quadrilhas e atividades para toda a família durante os dois dias de evento.
    Sábado – 25 de julho
     13h30 – Apresentação da Escola de Dança Danzaria
     14h – Concurso Pet Caipira
     15h – Apresentação de Duda Chagas
     16h – Quadrilha Junina
     18h30 – DJ Ricardo Reis e Esquadrão Flashback
    Domingo – 26 de julho
     12h30 – Banda Octanage
     13h30 – Apresentação de Marcos Nunes Viola
     14h30 – Aula de Forró com a Escola de Dança Spaço Cardoso
     16h – Quadrilha Junina
     19h – Quadrilha Maluca da Escola de Samba Arco-Íris Jundiaí
    A programação do Palco Fogueira reforça o caráter cultural e familiar da Festa Julina de
    Jundiaí, oferecendo atrações para visitantes de todas as idades e valorizando artistas, grupos e
    tradições da região.
    A combinação entre música, gastronomia, cultura e entretenimento faz da Festa Julina de
    Jundiaí um dos eventos mais completos da região, reunindo moradores de Jundiaí e visitantes
    de diversas cidades do interior paulista.
    Quem ainda não participou da edição 2026 tem agora sua última oportunidade. Depois deste
    fim de semana, será preciso esperar até o próximo ano para voltar a viver o clima, os sabores e
    os grandes espetáculos que fazem da Festa Julina de Jundiaí uma das festas mais aguardadas
    do calendário regional.

    Garanta seu ingresso
    Os ingressos seguem disponíveis nos canais oficiais de venda, com opções para Arena, Área
    VIP, Camarotes e Camarote Open Bar. A organização reforça que a procura aumentou
    significativamente após o sucesso do primeiro fim de semana e orienta que o público adquira
    os ingressos antecipadamente.
    Serviço
    Festa Julina de Jundiaí 2026
    Datas: 25 e 26 de julho.
    Shows:
    Sábado (25): Ana Castela e Filho do Piseiro.
    Domingo (26): Menos é Mais.
    Setores: Arena, Área VIP, Camarote VIP, Camarote Corporativo, Camarote Avulso e Camarote
    Open Bar.
    Ingresso: https://www.tycket.com.br/festa-julina-jundiai-2026.html
    Atrações: grandes shows nacionais, praça de alimentação, comidas típicas, programação para
    crianças e diversão para toda a família.
    Ingressos: à venda pelos canais oficiais da Festa Julina de Jundiaí.
  4. 35 anos da Lei de Cotas: avanço histórico ainda enfrenta o desafio da inclusão real e do capacitismo estrutural no mercado de trabalho Notícia

    35 anos da Lei de Cotas: avanço histórico ainda enfrenta o desafio da inclusão real e do capacitismo estrutural no mercado de trabalho

    Segundo o defensor público e economista André Naves, o cumprimento da legislação não pode ser visto como mero custo burocrático ou um "checklist" de RH, mas como um piso mínimo de dignidade e motor de inovação.



    Nesta sexta, dia 24 de julho, o Brasil celebra o aniversário da Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência (Lei nº 8.213/1991). Sancionada há 35 anos, a legislação estabelece que empresas com 100 ou mais empregados devem preencher de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência. Apesar de ser um marco civilizatório inquestionável na garantia de acesso ao mercado de trabalho, o avanço normativo ainda esbarra no capacitismo estrutural e na chamada "inclusão performática".



    Embora o país venha registrando movimentações importantes - como feiras de empregos e debates promovidos por instituições como a Câmara Paulista para Inclusão e entidades de classe -, a absorção desse público pelo mercado de trabalho ainda carece de profundidade. Dados do IBGE indicam que a participação de Pessoas com Deficiência (PcDs) no mercado formal é significativamente inferior à da população sem deficiência, acompanhada por taxas mais altas de informalidade e subutilização profissional.



    Para o Defensor Público Federal André Naves, especialista em Direitos Humanos, Economia Política e Inclusão Social, o grande gargalo atual não é apenas o cumprimento numérico da norma, mas a forma como a integração ocorre na prática:



    "A Lei de Cotas foi um avanço civilizatório inegável, mas seu cumprimento ainda é visto por muitas corporações como um custo burocrático ou um item a ser checado em uma planilha. Contratar uma pessoa com deficiência apenas para evitar multas, mantendo-a subutilizada ou sem condições de ascensão profissional, é a evidência de uma sociedade que aprendeu a simular a justiça, mas ainda resiste a praticá-la", afirma Naves.



    Além da dimensão ética e dos direitos humanos, André Naves destaca que a retenção e o aproveitamento real desses talentos é uma decisão estratégica inteligente do ponto de vista econômico e gerencial.



    "Sob a ótica da economia política, a exclusão é simplesmente uma péssima estratégia. Ambientes verdadeiramente diversos são comprovadamente mais criativos, resilientes e preparados para resolver problemas complexos. A acessibilidade não é um favor ou uma concessão assistencialista, mas um direito fundamental que viabiliza a inovação e o desenvolvimento do país", pontua o defensor público.



    Naves reforça que a verdadeira transformação depende do fim das barreiras atitudinais e contratuais dentro das organizações: "A inclusão real não se mede apenas em percentuais, mas na qualidade do encontro humano e na remoção das barreiras corporativas e arquitetônicas que a própria estrutura criou".



    Para saber mais sobre o trabalho de André Naves, acesse andrenaves.com ou acompanhe pelo Instagram: andrenaves.def.
  5. Santana de Parnaíba promove a Festa da Padroeira Santa Ana no próximo domingo (26) com programação religiosa e cultural Notícia

    Santana de Parnaíba promove a Festa da Padroeira Santa Ana no próximo domingo (26) com programação religiosa e cultural

    Em homenagem à padroeira de Santana de Parnaíba, a Prefeitura promove, no próximo
    domingo (26/7), a tradicional Festa de Santa Ana. A programação será realizada na Igreja
    Matriz, na Praça 14 de Novembro e no Centro Histórico, reunindo atividades religiosas e
    culturais para toda a família.
    A programação começa no dia 24 de julho, com a quermesse, das 18h às 22h, seguida, às
    19h30, pela novena com o padre Adriano Ferreira Rodrigues. No dia 25, data dedicada a São
    Cristóvão, padroeiro dos motoristas, haverá uma nova novena, às 18h, celebrada pelo padre
    Renan Martins Vieira. Na sequência, às 19h30, será realizada uma bênção especial aos
    veículos.
    No domingo (26), dia da festa, as atividades começam logo cedo com a tradicional alvorada
    pelas ruas do Centro Histórico. A programação contará ainda com missas, café caipira, final
    do 3º Festival de Música Caipira, premiação, procissão, show musical e queima de fogos.
    Além de celebrar Santa Ana, a festividade também marca o Dia dos Avós, já que a santa é
    considerada a avó de Jesus. A data reúne tradição, fé e cultura em uma programação especial
    para moradores e visitantes de todas as idades.

    PROGRAMAÇÃO
    6h – Repique dos sinos e alvorada pelas ruas do Centro Histórico
    7h30 – Santa Missa
    9h – Café caipira
    10h – Santa Missa
    10h às 11h – Credenciamento dos artistas e grupos para o 3º Festival de Música Caipira
    11h30 às 13h30 – Apresentação dos finalistas do festival
    13h30 às 14h30 – Contagem e organização das notas
    14h30 – Premiação dos vencedores do festival
    17h – Santa Missa Solene da Padroeira
    18h20 às 19h – Procissão
    19h30 – Show seguido de queima de fogos

    Serviço:
    EVENTO: Festa da Padroeira Santa Ana
    DIA: 26 de julho 2026
    HORÁRIO: 6h às 19h30
    LOCAL: Igreja Matriz, Praça 14 de Novembro e Centro Histórico
  6. Santana de Parnaíba promove a Festa da Padroeira Santa Ana no próximo domingo (26) com programação religiosa e cultural Notícia

    Santana de Parnaíba promove a Festa da Padroeira Santa Ana no próximo domingo (26) com programação religiosa e cultural

    Em homenagem à padroeira de Santana de Parnaíba, a Prefeitura promove, no próximo
    domingo (26/7), a tradicional Festa de Santa Ana. A programação será realizada na Igreja
    Matriz, na Praça 14 de Novembro e no Centro Histórico, reunindo atividades religiosas e
    culturais para toda a família.
    A programação começa no dia 24 de julho, com a quermesse, das 18h às 22h, seguida, às
    19h30, pela novena com o padre Adriano Ferreira Rodrigues. No dia 25, data dedicada a São
    Cristóvão, padroeiro dos motoristas, haverá uma nova novena, às 18h, celebrada pelo padre
    Renan Martins Vieira. Na sequência, às 19h30, será realizada uma bênção especial aos
    veículos.
    No domingo (26), dia da festa, as atividades começam logo cedo com a tradicional alvorada
    pelas ruas do Centro Histórico. A programação contará ainda com missas, café caipira, final
    do 3º Festival de Música Caipira, premiação, procissão, show musical e queima de fogos.
    Além de celebrar Santa Ana, a festividade também marca o Dia dos Avós, já que a santa é
    considerada a avó de Jesus. A data reúne tradição, fé e cultura em uma programação especial
    para moradores e visitantes de todas as idades.

    PROGRAMAÇÃO
    6h – Repique dos sinos e alvorada pelas ruas do Centro Histórico
    7h30 – Santa Missa
    9h – Café caipira
    10h – Santa Missa
    10h às 11h – Credenciamento dos artistas e grupos para o 3º Festival de Música Caipira
    11h30 às 13h30 – Apresentação dos finalistas do festival
    13h30 às 14h30 – Contagem e organização das notas
    14h30 – Premiação dos vencedores do festival
    17h – Santa Missa Solene da Padroeira
    18h20 às 19h – Procissão
    19h30 – Show seguido de queima de fogos

    Serviço:
    EVENTO: Festa da Padroeira Santa Ana
    DIA: 26 de julho 2026
    HORÁRIO: 6h às 19h30
    LOCAL: Igreja Matriz, Praça 14 de Novembro e Centro Histórico
  7. Cajamar inicia atendimentos com novo tomógrafo e avança para zerar fila de exames Notícia

    Cajamar inicia atendimentos com novo tomógrafo e avança para zerar fila de exames

    Equipamento já está em funcionamento no Complexo de Saúde e amplia a capacidade da rede municipal com mais agilidade nos diagnósticos

    O novo tomógrafo instalado no Complexo de Saúde de Cajamar entrou em funcionamento nesta terça-feira (21) e já começou a atender a população. Com o início dos exames, a Prefeitura amplia a capacidade da rede municipal e fortalece o acesso aos diagnósticos por imagem.

    Até então, apenas o Hospital Municipal realizava tomografias. Agora, com dois equipamentos em operação, o Hospital Municipal seguirá atendendo prioritariamente os casos de urgência e emergência, enquanto o Complexo de Saúde passará a realizar os exames eletivos previamente agendados. Com essa nova organização, a expectativa é zerar, em até 50 dias, a fila de aproximadamente 1.600 pacientes que aguardam pelo exame. Após esse período, a previsão é que as tomografias sejam realizadas em um prazo médio de 20 a 30 dias, além da oferta da angiotomografia, exame inédito na rede municipal.

    Para o prefeito Kauan, o início dos atendimentos representa um novo momento para a saúde de Cajamar. "Hoje damos mais um passo importante para transformar a saúde da nossa cidade. Com o novo tomógrafo em funcionamento, vamos zerar a fila de exames e garantir que a população tenha acesso a diagnósticos mais rápidos, mais tecnologia e um atendimento cada vez mais eficiente."

    O equipamento integra os investimentos da Prefeitura para modernizar a rede municipal de saúde, ampliando a oferta de exames e fortalecendo a qualidade do atendimento prestado à população