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  1. 24/8, Dia da Infância: ser criança era melhor antigamente? Especialistas opinam! Notícia

    24/8, Dia da Infância: ser criança era melhor antigamente? Especialistas opinam!

    Impacto da tecnologia e rotinas cada vez mais intensas provocaram mudanças sociais, influenciando o desenvolvimento infantil

    A imagem de crianças brincando na rua até o anoitecer, inventando jogos com os amigos da vizinhança e passando horas longe das telas faz parte da memória das gerações que viveram a infância até por volta da década de 2000. O que faz muita gente se perguntar: ser criança era melhor antigamente?



    Clique aqui para baixar a sugestão de imagem. Crédito: Magnific.
    Para especialistas em educação e desenvolvimento infantil, a resposta não é tão simples. Mais do que comparar épocas, o foco deve ser garantir uma infância equilibrada, com espaço para brincar, aprender, conviver e se desenvolver de forma saudável.


    Se por um lado as crianças de hoje convivem com desafios que não existiam há alguns anos, como o uso precoce da tecnologia, agendas repletas de compromissos e maior exposição às redes sociais; por outro lado crescem com mais acesso à informação, novas formas de aprendizagem e discussões sobre temas importantes que eram menos frequentes no passado, como saúde emocional, inclusão e convivência.


    A infância está mudando?


    Segundo Renata Alonso, coordenadora pedagógica da Escola Bilíngue Aubrick, de São Paulo (SP), é natural que os adultos olhem para a própria infância com carinho e tenham a sensação de que ela foi melhor do que na atualidade. Afinal, toda geração costuma comparar o presente com as lembranças da época em que cresceu; e é bem provável que as crianças de hoje, quando forem adultas, também sintam saudade de aspectos do período que estão vivendo agora.


    "É verdade que muitas crianças têm hoje menos oportunidades de brincar na rua, explorar espaços ao ar livre e conviver espontaneamente com outras crianças, experiências que são muito importantes para desenvolver criatividade, autonomia e aprender a lidar com desafios do dia a dia. Por outro lado, elas também crescem com mais acesso à informação, novas formas de aprender, tecnologias que podem enriquecer o ensino e maior contato com diferentes culturas e realidades", diz Renata.


    Para a docente da Aubrick, a pergunta não deve ser se uma geração teve uma infância melhor do que a outra. "Cada época traz oportunidades e desafios diferentes. O mais importante é garantir que as crianças tenham tempo para brincar, conviver, descobrir o mundo, criar vínculos e experimentar diferentes vivências."


    Uma rotina ampliada pode ser saudável?


    Muitas crianças permanecem na escola durante todo o dia e participam de atividades como idiomas, esportes, música e propostas culturais. Essas experiências podem contribuir de forma significativa para o desenvolvimento, desde que sejam adequadas à faixa etária e organizadas com equilíbrio e intencionalidade.


    Para Beatriz Martins, coordenadora pedagógica do Brazilian International School (BIS), a questão não está apenas no tempo que a criança passa na escola ou na quantidade de atividades, mas na qualidade das experiências oferecidas.


    “Uma rotina ampliada pode ser muito positiva quando alterna momentos de aprendizagem, brincadeira livre, movimento, descanso, interação e escolhas. A criança precisa participar de experiências significativas, mas também precisa ter tempo para brincar, imaginar e construir suas próprias descobertas”, afirma.


    A especialista do BIS explica que não existe uma organização única que funcione para todas as crianças. “É importante observar como cada criança vivencia sua rotina, se demonstra interesse, bem-estar e disponibilidade para participar. Atividades extracurriculares enriquecem a formação quando respeitam o ritmo da infância e convivem de forma equilibrada com o brincar, o descanso e a convivência familiar.”


    Telas estão no centro do debate sobre a infância


    Poucos temas têm mobilizado tanto especialistas em educação, saúde e desenvolvimento infantil quanto o uso de telas por crianças e adolescentes. Nos últimos anos, escolas, governos e famílias passaram a discutir medidas para reduzir o tempo de exposição a celulares e outros dispositivos, especialmente diante do aumento de casos de ansiedade, dificuldade de concentração, distúrbios do sono e prejuízos às interações sociais entre os mais jovens.


    Para Carla Litrenta, psicopedagoga e educadora parental da Escola Internacional de Alphaville - EIA, de Barueri (SP), embora a tecnologia seja parte da realidade e ofereça inúmeras oportunidades de aprendizagem, ela não pode ocupar o espaço das experiências fundamentais da infância: o desafio não está em demonizar as telas, mas em estabelecer uma relação equilibrada com elas.


    "Celulares, tablets e computadores são ferramentas importantes e fazem parte da forma como as crianças aprendem e se comunicam. O problema surge quando o tempo de tela passa a substituir momentos essenciais para o desenvolvimento, como brincar livremente, praticar atividades físicas, conversar presencialmente, lidar com frustrações, explorar a criatividade e construir relações no mundo real."


    Carla explica que a infância é o período em que habilidades socioemocionais são construídas por meio da convivência. "Empatia, autocontrole, comunicação, capacidade de resolver conflitos e de enfrentar pequenas frustrações são competências que se desenvolvem principalmente nas interações presenciais. Quando boa parte do tempo livre acontece diante de uma tela, essas oportunidades podem se tornar mais escassas."


    Por isso, é preciso criar uma rotina em que a tecnologia ocupa um lugar saudável. “Estabelecer horários para os dispositivos, evitar o uso durante refeições e antes de dormir, incentivar brincadeiras ao ar livre e garantir momentos de convivência em família são algumas das estratégias que ajudam a equilibrar o mundo digital e as experiências indispensáveis para uma infância saudável”, acrescenta a docente da EIA.


    O que uma infância saudável deve ter?


    Na opinião de Michele Diniz, coordenadora da Educação Infantil do colégio Progresso Bilíngue de Vinhedo (SP), a infância não deve ser encarada apenas como uma preparação para a vida adulta, mas como uma etapa que tem valor em si mesma e que deixa marcas profundas na forma como cada pessoa irá se relacionar consigo, com os outros e com o mundo.


    "As experiências vividas nos primeiros anos influenciam a maneira como lidamos com frustrações, construímos relacionamentos, enfrentamos desafios e cuidamos da nossa saúde emocional ao longo da vida. Por isso, mais do que formar adultos bem-sucedidos, precisamos garantir que as crianças tenham o direito de viver plenamente a infância, brincar, experimentar, errar, aprender e crescer em um ambiente onde se sintam amadas, seguras e livres para serem quem são."


    A especialista aponta elementos indispensáveis para que uma criança se desenvolva de forma saudável: brincar, criar vínculos afetivos, movimentar o corpo, explorar o mundo, nutrir relações de qualidade, sentir-se segura e saber que pode contar com adultos de confiança.


    “Um dos maiores presentes que pais e educadores podem oferecer às crianças é a escuta genuína. Elas precisam sentir que são respeitadas, acolhidas e levadas a sério. Quando percebem que podem conversar sem medo de julgamentos, fazer perguntas, expressar emoções, admitir que erraram e pedir ajuda, desenvolvem confiança para enfrentar desafios e construir uma autoestima saudável. Essa segurança emocional nasce das relações que estabelecem com os adultos que fazem parte da sua vida", finaliza Michele.


    As especialistas


    Beatriz Martins é educadora com mais de 30 anos de atuação na educação, dos quais 18 em funções de liderança pedagógica, formando equipes, projetos e — principalmente — pessoas. Possui licenciatura plena pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduação pelo Instituto Singularidades. Atualmente atua como coordenadora pedagógica no BIS.


    Carla Litrenta Todaro é pedagoga, educadora parental e pós-graduada em “Psicologia Positiva: Ciência do Bem-Estar e da Autorrealização” e em “Bullying, Violência e Discriminação na Escola”. Iniciou sua carreira há quase 30 anos como professora de alfabetização nas séries iniciais, trilhando seu caminho no mundo da educação. Estudiosa das relações e do desenvolvimento humano, atualmente é coordenadora de relacionamentos da Escola Internacional de Alphaville.


    Michele Diniz é pedagoga, pós-graduada em Psicanálise, com mais de 25 anos de atuação na área da Educação. Sua trajetória é marcada pela dedicação ao processo de alfabetização e ao acompanhamento do desenvolvimento infantil, com ampla experiência na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Integra a equipe do Colégio Progresso Bilíngue Vinhedo como a coordenadora pedagógica e Designated Safeguarding Lead (DSL), promovendo ações voltadas à proteção, ao bem-estar e à segurança de crianças e adolescentes.


    Renata Alonso é formada em Pedagogia e pós-graduada em Psicomotricidade, com mais de 15 anos de experiência em educação bilíngue. Sua grande paixão são as crianças bem pequenas, e seus estudos são voltados à primeira infância, crianças de 0 a 3 anos. Com um olhar atento ao desenvolvimento integral dos pequenos, Renata acredita que essa fase da vida é crucial para a formação de indivíduos seguros, criativos e capazes de se expressar com confiança. Seu trabalho visa proporcionar um ambiente acolhedor e estimulante para o aprendizado, sempre com foco no cuidado e no afeto.


    Crédito da foto: Magnific
  2. Calor intenso reforça cuidados com a saúde dos olhos  Radiação ultravioleta pode provocar queimaduras, lesões na retina, catarata e, em alguns casos, aumentar o risco de câncer ocular Notícia

    Calor intenso reforça cuidados com a saúde dos olhos Radiação ultravioleta pode provocar queimaduras, lesões na retina, catarata e, em alguns casos, aumentar o risco de câncer ocular

    Mesmo em pleno inverno, os dias de calor intenso desta semana mostram que a exposição ao sol continua presente na rotina. Com mais tempo ao ar livre, seja para praticar exercícios, caminhar ou aproveitar espaços abertos, os olhos também ficam sujeitos à radiação ultravioleta, que pode provocar alterações cumulativas e comprometer a visão ao longo dos anos.


    De acordo com a Dra. Michelle Farah, oftalmologista do H.Olhos, a proteção ocular não deve ser associada apenas ao verão. “A radiação ultravioleta está presente durante todo o ano, inclusive em dias frios e nublados. No inverno, muitas pessoas relaxam os cuidados por associar risco solar apenas ao calor, e acabam ficando expostas por períodos mais longos sem óculos de sol”, explica.


    A incidência contínua dos raios UVA e UVB pode afetar diferentes estruturas dos olhos. Entre as consequências está a fotoceratite, uma espécie de “queimadura solar” da córnea, além de alterações progressivas relacionadas ao cristalino. “A exposição excessiva pode favorecer o envelhecimento das estruturas oculares e aumentar a possibilidade de desenvolver catarata, além de contribuir para alterações na superfície dos olhos”, alerta a especialista.


    Outro ponto de atenção é a retina, região responsável pela formação das imagens. A exposição intensa à luz solar, principalmente quando há observação direta do sol, pode provocar lesões importantes. “Quando a radiação atinge a retina de maneira intensa, existe risco de dano à visão central. A pessoa pode perceber manchas, distorções ou redução da nitidez, e determinadas lesões podem deixar sequelas permanentes”, destaca a Dra. Michelle Farah.


    A proteção também exige cuidado em relação às formações tumorais. Áreas expostas, como conjuntiva e pálpebras, recebem radiação ao longo da vida e podem apresentar alterações. “A exposição acumulada à radiação ultravioleta está entre os fatores que merecem atenção quando falamos em tumores da região ocular. Por isso, medidas preventivas devem fazer parte da rotina”, afirma a oftalmologista.


    Para reduzir a entrada da radiação, a escolha adequada dos óculos de sol é fundamental. Mais do que lentes escuras, o acessório precisa oferecer proteção comprovada. “O consumidor deve procurar produtos de procedência confiável, com bloqueio de 100% dos raios UVA e UVB e bom ajuste ao rosto. A tonalidade da lente, sozinha, não garante segurança”, orienta.


    O cuidado deve começar ainda na infância, período em que os olhos estão em desenvolvimento e a proteção acumulada ao longo da vida ganha importância. “Não há uma idade específica para começar. Crianças também devem utilizar óculos apropriados, além de chapéus, sombra e outros recursos que diminuam a exposição direta”, recomenda a médica.


    Quem utiliza lentes de contato ou óculos de grau também precisa manter a proteção externa. “Algumas lentes podem oferecer filtro ultravioleta, mas isso não substitui os óculos de sol, porque a cobertura é limitada e não protege as estruturas ao redor dos olhos, como pálpebras e conjuntiva”, esclarece.


    Em situações de grande luminosidade, sintomas como dor, vermelhidão, lacrimejamento, sensibilidade à luz ou alteração visual após a exposição solar não devem ser ignorados. “Desconfortos persistentes precisam ser avaliados por um oftalmologista. A prevenção é simples e, quando incorporada ao cotidiano, ajuda a preservar a saúde ocular por muito mais tempo”, finaliza a Dra. Michelle Farah, oftalmologista do H.Olhos.
  3. Governo de SP mobiliza municípios da Região Metropolitana para pesquisa sobre bem-estar animal Notícia

    Governo de SP mobiliza municípios da Região Metropolitana para pesquisa sobre bem-estar animal

    15 dos 39 municípios já responderam ao levantamento, que segue aberto até 31 de agosto

    A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (Semil) reforça a mobilização das prefeituras da Região Metropolitana de São Paulo para participação na segunda edição da Pesquisa Estadual de Bem-estar Animal. Promovido pelo Governo de São Paulo, o levantamento reúne informações sobre políticas, serviços e estruturas municipais voltados à proteção e ao cuidado com cães e gatos. O prazo para responder ao questionário termina em 31 de agosto.

    Até o momento, 15 dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo já participaram, o equivalente a 38,5% de adesão. Em todo o Estado, 224 dos 645 municípios paulistas responderam à pesquisa, alcançando 34,7% de participação. A Semil busca ampliar a participação para construir um diagnóstico cada vez mais completo sobre as diferentes realidades municipais e contribuir para o aprimoramento das políticas públicas de bem-estar animal.

    “A participação dos municípios é fundamental para que o Estado conheça de forma mais precisa as realidades locais e possa planejar políticas públicas cada vez mais efetivas de proteção e bem-estar animal. Ao responder à pesquisa, as prefeituras contribuem diretamente para a construção de um diagnóstico amplo, que valoriza as iniciativas já existentes e ajuda a identificar onde ainda é preciso avançar. A Semil convida os municípios que ainda não participaram a integrar esse movimento até o dia 31 de agosto”, afirma Karen Camargo, diretora de Bem-estar Animal da Semil.

    A pesquisa deve ser respondida pelas prefeituras. Os dados obtidos vão ajudar a Semil a conhecer as diferentes realidades dos municípios paulistas e a identificar iniciativas, estruturas e necessidades relacionadas à área.

    A participação deve ser feita por meio do formulário disponibilizado pela Semil: Link .

    Diagnóstico

    A primeira edição da Pesquisa Estadual de Bem-estar Animal foi realizada em 2024 e contou com a participação de 151 municípios de diferentes regiões do Estado. O levantamento identificou que 62,3% das cidades participantes ofereciam serviços permanentes de castração e que cerca de 75% contavam com médicos-veterinários que atuavam diretamente no atendimento de cães e gatos.

    A pesquisa também apontou a ocorrência de casos de acumulação de animais em 45% dos municípios respondentes. Além disso, 42,3% informaram já ter realizado levantamentos sobre a população de animais domiciliados, enquanto apenas 24,5% haviam promovido estudos sobre a população de cães e gatos em situação de rua.
  4. Museu em Festa: Museu do Ipiranga oferece programação especial e gratuita no feriado de 7 de setembro Notícia

    Museu em Festa: Museu do Ipiranga oferece programação especial e gratuita no feriado de 7 de setembro

    Com patrocínio da Shell, mantenedora do Museu, evento reúne apresentações musicais como DJ Hum e CORALUSP, além de números teatrais e circenses, oficinas ao ar livre, entrada gratuita no Museu e visitas mediadas às exposições

    O Museu do Ipiranga promove na segunda-feira, 7 de setembro, mais uma edição do Museu em Festa, tradicional evento de seu calendário anual. Realizado desde 2017 para celebrar o aniversário da instituição, oferece uma extensa programação cultural gratuita, com atrações que valorizam a diversidade e a cultura. Em parceria com o Sesc, as atividades acontecem dentro e fora do Museu das 9h às 18h e contemplam todos os públicos, oferecendo atividades para crianças e jovens, adultos e idosos. Além de contar com recursos de acessibilidade como Libras, audiodescrição, mochilas sensoriais, prancha de comunicação alternativa, espaço de conforto e regulação, e ponto de hidratação, oferecido pela Sabesp, patrocinadora do Museu. A data marca ainda o encerramento das comemorações de 130 anos da instituição, iniciadas em setembro de 2025.


    A Shell, mantenedora do Museu, patrocina o evento por meio da Lei de Incentivo à Cultura. “Em colaboração com o Museu do Ipiranga, contribuímos para a conservação de um dos mais importantes patrimônios históricos do país, ampliando o contato do público com acervos e experiências que conectam memória, educação e a trajetória do Brasil”, comenta Glauco Paiva, diretor de Comunicação e Marca da Shell Brasil. A marca participa, ainda, com a programação Saí bem na foto?, que convida os visitantes a refletir sobre as histórias que gostariam de ver representadas no Museu, posando com objetos de época do acervo educativo.


    Entre os destaques da programação está o espetáculo cênico ACORDA!, do Grupo Esparrama, que transforma a fachada do Museu do Ipiranga em cenário para uma experiência teatral ao ar livre. O espetáculo cênico convida crianças e adultos a embarcarem em uma aventura pelo universo do sono, dos sonhos e da imaginação, combinando palhaçaria, música e interação com o público. A apresentação aproveita a arquitetura do edifício-monumento como parte da encenação, aproximando a linguagem do grupo de um dos principais patrimônios históricos de São Paulo.


    A programação também valoriza o protagonismo das pessoas idosas com o Canto Coral Afrobrasileiro, que resgata cânticos de matrizes africanas e repertório da música afro-brasileira, em uma apresentação do coral formado pelo Trabalho Social com Pessoas Idosas do Sesc Ipiranga. Outro destaque promovido pelo Sesc é o Dance! Brasilidades, aula de dança que celebra a diversidade cultural do país e suas influências negras, convidando o público a se expressar por meio de ritmos variados e a reconhecer a riqueza das identidades que compõem a cultura brasileira.


    Aspectos da cultura afro-brasileira também estão presentes no Sarau Musical da Capoeira, que começa com uma roda e segue em cortejo pelo espaço, misturando música, literatura e tradição popular em uma celebração coletiva. Para encerrar a festa em grande estilo, o DJ Hum traz sets de black music, passando por hip hop, reggae, jazz, boogie 80 e samba rock para transformar a esplanada em pista de dança.


    Visitação especial às exposições

    O Museu do Ipiranga estará aberto por período estendido, das 9h às 18h (última entrada até as 17h). Para garantir uma experiência mais confortável durante a visita, em razão do maior fluxo de público na data, estarão em cartaz as exposições "Uma História do Brasil" (que inclui o Salão Nobre), "Passados Imaginados" e "Para Entender o Museu". Os ingressos serão distribuídos gratuitamente no mesmo dia, a partir das 9h.


    Para que o público possa desfrutar de toda a programação de maneira segura e sustentável, a organização recomenda que os visitantes tragam garrafa ou copo reutilizável para ser abastecido no ponto de hidratação oferecido pela Sabesp. Além disso, é indicado vestir roupas confortáveis, usar boné ou chapéu para se proteger do sol e trazer cangas e toalhas para sentar no parque.



    Programação completa do Museu em Festa 2026


    Esplanada

    10h — Acorda! Espetáculo de teatro de rua, voltado ao público infantil e familiar, que transforma a fachada do Museu em palco e convida o público a participar da encenação.
    11h30 — Corpo em Movimento: Experimentos Afro-Corpóreos Aula de dança baseada em como o corpo negro expressa sua existência, saberes e memórias.
    13h30 — R.U.A. Performance circense com objetos reciclados, misturando mágica e equilibrismo em cenário feito com sucatas.
    14h30 — Extraordinário Baile de Figuras Baile cênico-musical com máscaras, bonecos gigantes e música ao vivo inspirado em tradições populares.
    17h — Baile com Dj Hum Encerramento festivo na esplanada, com sets de black music, hip hop, reggae, jazz, boogie 80 e samba rock.
    Jardim

    10 às 17h — Quiz da Fila Atividade educativa em formato de quiz interativo, realizada pelos educadores para engajar o público enquanto aguarda a entrada nas exposições.
    10h30 / 13h30 — Gabinete de Emergências Poéticas Dois alquimistas prescrevem “doses poéticas” de poemas, músicas e narrativas para aliviar aflições do público.
    15h30 — Sarau Musical da Capoeira Performance reúne poesia falada com capoeira e ritmos brasileiros.
    Espaço Pensador

    11h — CORALUSP Apresentação de coral com repertório de músicas populares, finalizando com participação do público.
    13h — Canto Coral Afrobrasileiro para Pessoas Idosas formado por idosos que frequentam o programa de Trabalho Social com Pessoas Idosas do Sesc Ipiranga. A atividade resgata cânticos de matrizes africanas e afro-brasileiras.
    14h30 — Dance! Brasilidades Aula de dança que celebra ritmos brasileiros e influências negras, estimulando expressão corporal e pertencimento.
    Terraço Nazaré

    10h às 17h — Vai de Roteiro Passeios mediados pelo Parque da Independência e seus jardins em parceria com a Secretaria de Turismo.
    10h às 17h — Saí bem na foto? Estúdio fotográfico que utiliza os objetos históricos do acervo educativo para refletir sobre as histórias representadas no Museu.
    10h às 17h — Jogos e Vivências Educativas Jogos e materiais de mediação relacionados ao acervo do Museu para todas as idades.
    10h / 11h / 13h20 / 14h20 / 15h20 / 16h20 — Adinkras Oficina do Museu Catavento sobre símbolos africanos Adinkra, com criação prática de estampas.
    11h / 12h — CoreS de Pele: retratos em pastel oleoso Vivência artística que reflete sobre representações da figura negra na arte.
    11h / 12h — Animais extraordinários Oficina lúdica de colagem e desenho para criar animais híbridos e fantásticos.
    11h / 12h / 13h / 14h / 15h — Marca Páginas em Aquarela Atividade de aquarela inspirada nas árvores do Ipiranga, transformando observação em arte.
    11h / 13h / 14h / 15h — Serigrafica(mente) Oficina de serigrafia em panos de prato, abordando convivência e luta antimanicomial.
    11h às 17h — Game Vivências: trilogia Sankofa Arcade Vivência com games afrofuturistas que entrelaçam passado, presente e futuro de mulheres negras.
    12h / 13h — Curuminices Oficina de bordado em cerâmica para crianças e acompanhantes.
    14h30 / 15h30 — Técnicas decoloniais de desenho Oficina que explora formas alternativas à tradição ocidental de desenhar corpos humanos.
    14h30 / 15h30 — Cidade insólita - sua arte surrealista Atividade criativa com colagem, fotografia e dobradura para reinventar a cidade.
    Terraço Xavier

    10h às 17h — Área de Circonvivência Espaço interativo com jogos e técnicas circenses para estimular criatividade e coordenação.
    10h — Presença negra nas margens (nada plácidas) do Ipiranga Passeio mediado que revisita a história do bairro sob a perspectiva do Movimento Negro e da Imprensa Negra. Ponto de encontro: Terraço Xavier
    14h — Árvores do Ipiranga Vivência investigativa para conhecer espécies arbóreas do bosque, suas funções ecológicas e histórias ligadas ao território. Ponto de encontro: Terraço Xavier.
    Museu

    9h às 18h — Visitação gratuita nas exposições Uma História do Brasil; Passados Imaginados; Para Entender o Museu. Última entrada às 17h.
    9h às 17h — Mediação nas exposições “Para entender o Museu” e “Uma História do Brasil” Educadores apresentam o histórico do edifício-monumento e o funcionamento do Museu Paulista.
    9h às 17h — Mediação sobre o quadro Independência ou Morte! Mediação com equipe do Educativo sobre a pintura de Pedro Américo.
    9h30, 11h30, 13h30, 15h30 — Mediação em Libras sobre o quadro Independência ou Morte. Mediação em Libras com equipe do Educativo sobre a pintura de Pedro Américo.

    Museu em Festa 2025. Foto: Gabriela Portilho
  5. Cajamar leva turismo, cultura e tradição do Rodeo Fest para a Festa do Peão de Barretos Notícia

    Cajamar leva turismo, cultura e tradição do Rodeo Fest para a Festa do Peão de Barretos

    Secretaria Municipal de Turismo e Cultura participa da 71ª Festa do Peão de Barretos com estande dedicado à divulgação dos atrativos e da cultura cajamarense


    Cajamar está presente na 71ª Festa do Peão de Barretos, um dos maiores eventos de rodeio da América Latina, levando para um público de milhares de pessoas informações sobre a cultura, a gastronomia, os atrativos turísticos e a tradição do Cajamar Rodeo Fest. A iniciativa da Secretaria Municipal de Turismo e Cultura busca ampliar a divulgação do município e apresentar Cajamar para visitantes de diferentes regiões do país, fortalecendo a cidade como destino turístico e preparando o público para conhecer também o Cajamar Rodeo Fest 2027.

    O estande instalado no evento reúne elementos que representam a identidade cajamarense e também apresenta a exposição “Berço de Bravos”, lançada no último ano e que já percorreu diferentes locais do município. As fotografias da exposição contam com tecnologia de realidade aumentada e QR Codes, permitindo que os visitantes acessem conteúdos e conheçam mais sobre a história e a cultura de Cajamar.

    A participação em um evento da dimensão da Festa do Peão de Barretos amplia a visibilidade de Cajamar e cria novas oportunidades para atrair visitantes ao município. A proposta é apresentar o que Cajamar tem a oferecer e estimular o turismo local, movimentando setores como gastronomia, comércio e serviços. E quem passar pelo estande já recebe o convite para conhecer de perto a tradição cajamarense no Cajamar Rodeo Fest 2027.