Sextou com "S" da Saudade em Sampa. (Final)

Depois dos momentos que mencionei nas crônicas anteriores, dos quais senti saudades, agora irei escrever sobre a saudade em si. A saudade de uma perspectiva filosófica, não é apenas tristeza, é a presença da ausência. "A saudade é a agonia que surge quando se encontra a próximidade da distância." ( Martim Heidegger)

Fevereiro 26, 2026 - 11:47
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Sextou com "S" da Saudade em Sampa. (Final)
A saudade é tão triste que ela é cantada em versos e prosas. "Saudade palavra triste quando se perde um grande amor. Na estrada da vida, eu vou cantando a minha dor.(Cascatinha e Inhana) 
     Hoje a "Saudade" bateu na minha  porta.
     Chegou bagunçando meus pensamentos
      Ela sentou-se do meu lado, pesou no meu peito,e apertou a minha garganta 
E me fez entender que existem ausências, que não respeita o tempo
Ela me atormenta, não tem dó de mim 
Hoje ela veio assim: crua, insistente, amarga, dilacerando."
               (Lara Umes)
 Ela me atormenta não tem compaixão de mim, me faz recordar uma pessoa que amei muito.
O céu ganhou uma estrela, e eu aprendi que o amor verdadeiro não morre nunca.
Parafraseando o cantor Silvinho:" 
Tudo és uma estrela quiando meus passos."
     Finalizo esta com a certeza que a saudade nunca morre, ela é eterna.
Sei que um dia, sentirei saudade desta coluna. Se isto acontecer saberemos que estávamos conectados, mesmo que de longe. 
Sebastião Milagres, Escritor, Filósofo, ex- professor de xadrez aposentado, Conselheiro do Fórum Municipal Cultural de Santana de Parnaíba. Autor dos livros Xeque-Mate no Inferno -VII-A e Subjetivos: Fragmentos da minha alma.